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·23 gennaio 2026

Setorista do Bahia afirma que Grupo City pediu Rafael, Maia ou Marcos Antonio por Cauly

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“🚨 Na negociação do São Paulo por Cauly, o Bahia teria solicitado dois atletas do elenco paulista: Marcos Antônio (volante) e/ou Rafael (goleiro). Pablo Maia (volante) é outro nome que também pode ter sido pedido. Por outro lado, o São Paulo NÃO QUIS AVANÇAR na negociação, entendendo que as peças solicitadas são importantes. @oysantanaa”

As negociações entre São Paulo e Bahia pelo meia Cauly ganharam contornos dramáticos nesta sexta-feira. De acordo com informações de setoristas ligados ao clube baiano, o Grupo City, que gere o futebol do Esquadrão, subiu o tom nas exigências para liberar seu principal articulador. Em vez de uma compensação financeira simples, os baianos teriam solicitado a inclusão de peças fundamentais do elenco tricolor na transação: o goleiro Rafael, o volante Marcos Antônio ou até mesmo a joia Pablo Maia.

A postura do Bahia reflete a estratégia do Grupo City em não apenas valorizar seus ativos, mas também enfraquecer concorrentes diretos por posições no topo da tabela. A pedida por Rafael, titular absoluto e figura de confiança no Morumbi, além de volantes com alto poder de marcação e revenda, como Pablo Maia, transformou uma conversa que parecia promissora em um impasse burocrático. Para o clube nordestino, a saída de Cauly só faria sentido caso o elenco fosse reforçado imediatamente com nomes de hierarquia comprovada.

A resposta da diretoria do São Paulo foi imediata e negativa. O comando do futebol paulista barrou qualquer avanço nos moldes propostos, sob o entendimento de que os jogadores solicitados pelo Bahia são indispensáveis para o planejamento da temporada 2026. Perder o goleiro titular ou desmantelar a espinha dorsal do meio-campo por um reforço, por mais talentoso que seja, é visto internamente como um “tiro no pé”, especialmente com as competições continentais batendo à porta.

Com a negativa do São Paulo em envolver seus pilares na troca, as conversas por Cauly entraram em um estágio de hibernação. O Tricolor agora estuda novas formas de viabilizar o negócio sem comprometer a estrutura do time atual. Enquanto o Grupo City não flexibilizar as exigências, o torcedor são-paulino terá que aguardar por um desfecho que parece cada vez mais distante do jogador e deve ter outro nome em breve.

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