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·24 aprile 2026
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Faltando menos de um mês para o anúncio oficial da lista da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, Neymar vive um período decisivo para poder estar na lista de Carlo Ancelotti.
O astro corre contra o tempo para aprimorar sua forma física e técnica, com o objetivo de convencer o técnico italiano de que merece uma das 26 vagas para o Mundial.
Paralelamente ao esforço em campo, o craque conta com uma articulação favorável dentro da CBF, embora a decisão final seja do técnico da Seleção, segundo informações do ge.
O site do grupo Globo fez uma reportagem detalhando o "lobby" nos bastidores e o plano do Santos para deixar o craque na ponta dos cascos.
Para provar que está em plenas condições, o camisa 10 recentemente atingiu uma marca que não alcançava há quase um ano: jogou os 90 minutos em quatro partidas consecutivas (contra Atlético-MG, Recoleta, Fluminense e Coritiba) no intervalo de apenas duas semanas.
No entanto, para evitar qualquer risco de lesão e controlar a carga física, o estafe do jogador e a comissão técnica do Santos decidiram poupá-lo do confronto deste sábado, contra o Bahia.
O planejamento prevê que o atacante retorne à equipe na próxima terça-feira, no decisivo duelo contra o San Lorenzo, na Argentina, pela Copa Sul-Americana.
Contando a partir desse jogo, o Peixe terá seis compromissos em seu calendário até o dia 18 de maio, data em que a convocação final será revelada.
É neste período, dividindo as atividades entre o CT Rei Pelé e a estrutura montada em sua própria casa, que Neymar tentará carimbar seu passaporte para buscar o hexacampeonato.
Fora das quatro linhas, o cenário político joga a favor do ídolo santista.
De acordo com o ge, existe um forte movimento nos bastidores da CBF defendendo a presença de Neymar na Copa.
O presidente da entidade, Samir Xaud, diz o ge, é um grande admirador do jogador e é cercado por pessoas influentes que também apoiam a convocação.
Apesar dessa simpatia, Xaud deixa claro que a decisão final será pautada exclusivamente em critérios técnicos estabelecidos por Carlo Ancelotti, que, vale lembrar, ainda não teve a oportunidade de comandar Neymar na Seleção.
Além da diretoria, o atacante tem o respaldo do próprio elenco brasileiro.
Nomes de diferentes gerações, desde líderes veteranos como Casemiro até jovens como João Pedro, já expressaram publicamente que desejam ver o camisa 10 no grupo.
Para Ancelotti, que já tem a base de sua equipe praticamente fechada, o cenário ofensivo sofreu abalos recentes que podem abrir espaço para o veterano.
O treinador perdeu Rodrygo, do Real Madrid, por lesão, e corre o sério risco de não contar com o jovem Estêvão, do Chelsea, dois nomes que eram cotados para o time titular.
Atualmente, a disputa por essas vagas no ataque envolve jogadores como Endrick (do Lyon), Igor Thiago (do Brentford) e Rayan (do Bournemouth).
O ge ainda coloca, correndo por fora, Lucas Paquetá, do Flamengo, como uma opção para o setor de criação do meio-campo.

📸 Miguel Schincariol - 2026 Getty Images


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