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·24 giugno 2026
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Com a contratação de Léo Duarte, o técnico Eduardo Domínguez ganha novas alternativas para montar o sistema defensivo do Atlético-MG.
O setor vem passando por reajustes, especialmente após a saída de Júnior Alonso para o Atlanta United (EUA), o que deixou uma lacuna tática importante: a ausência de um zagueiro canhoto construtor.
O desempenho e o perfil das principais peças à disposição da comissão técnica foram detalhados pelo site ge. Confira a seguir!
Ruan Tressoldi: Com 29 jogos e 2 gols na temporada, foi comprado em definitivo e é considerado o único titular absoluto no momento.
Léo Duarte: Destro, rápido e com boa saída de bola. Chega do futebol turco, onde somou 34 partidas e 1 assistência pelo Basaksehir.
Lyanco: Com apenas 12 jogos no ano, ainda aprimora a parte física após uma lesão no tendão de Aquiles. Destaca-se por ser muito forte no jogo aéreo e no bloqueio de espaços dentro da área.
Vitor Hugo: Atuou em 20 partidas e marcou 2 gols. É o único canhoto utilizado com regularidade no time, mas não possui a capacidade de saída de bola ideal buscada pela comissão técnica.
Iván Román: O chileno tem recebido poucas oportunidades com Domínguez, somando apenas 9 jogos e 1 gol.
🛡️ A Projeção do Trio Ideal
O comentarista Henrique Fernandes avalia que a chegada do novo reforço muda a dinâmica defensiva do Galo. Com o elenco atual todo à disposição, o trio de zaga ideal passaria a ser configurado da seguinte maneira:
Pela Direita (Léo Duarte): O novo reforço tem a velocidade e a técnica ideais para fazer perseguições e iniciar a construção pelo lado direito, espaço que vinha sendo ocupado improvisadamente pelo lateral Natanael.
Centralizado (Lyanco): A entrada de Duarte pela direita permite que Lyanco atue de forma centralizada. É a sua posição mais natural, onde pode explorar melhor seu bloqueio de espaço e domínio aéreo.
Pela Esquerda (Ruan Tressoldi): Mesmo sendo destro, assumiria o lado esquerdo por entregar mais qualidade técnica e segurança geral em comparação com as opções canhotas atuais.
🔍 A Carência do Lado Esquerdo
Apesar de o setor estar mais robusto com a manutenção de Ruan, a recuperação de Lyanco e a chegada de Léo Duarte, o elenco ainda possui um ponto fraco bem definido.
O clube carece de um zagueiro canhoto rápido e com capacidade de passe. Vitor Hugo, a principal opção com a perna esquerda dominante, não entrega a fluidez desejada na saída de bola. As outras alternativas no banco são Iván Román, que não está entre os preferidos, e o jovem Vitão, da base, que sequer entrou em campo em 2026.
Até que a diretoria encontre essa peça no mercado, a tendência é que o Atlético precise continuar improvisando defensores destros pelo setor esquerdo para manter o nível técnico da equipe.
📸 GLEDSTON TAVARES - AFP or licensors







































