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·18 febbraio 2026

Técnico do Nacional Potosí projeta jogo contra o Botafogo: ‘Fazer ser forte em casa’

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Nesta quarta-feira (18), às 21:30, o Botafogo terá um grande desafio pela frente. No início da trajetória da Conmebol Libertadores, o time de Martín Anselmi terá “dois adversários”: o Nacional Potosí, da Bolívia, e a altitude de 4.000 metros do estádio Víctor Agustín Ugarte.

Em 2025, pelas oitavas de final da competição, o Glorioso também sofreu com a altitude. Após vencer a LDU por 1×0 no Nilton Santos, a equipe carioca foi derrotada por 2×0 no Rodrigo Paz Delgado, em Quito, com 2.734 metros de altitude.


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E se para os brasileiros a palavra “altitude” é sinônimo de pesadelo, o técnico Leonardo Eguez quer aproveitar as condições geográficas de Potosí. Em sua primeira participação na Libertadores, em 2023, o Nacional não pôde jogar em casa, mas, sim, em La Paz, que fica 3.700 metros acima do nível do mar.

‘Eu respeito muito o Botafogo, sei o grande treinador que tem, a envergadura, a carreira que tem a nível mundial, os jogadores que tem a nível mundial. Mas isso é futebol. O jogo não dura só 90 minutos, nós sabemos que é um jogo de 180 minutos, como se diz, onde graças a Deus nós vamos começar em casa, e nós em casa, desde que estou à frente da comissão técnica em setembro, eu consegui buscar uma identidade de que minha equipe se faça forte aqui. Por quê? Porque temos um aliado que sim, é a altitude, mas a altitude você deve fazer senti-la’, disse Eguez em entrevista à ESPN.

Além disso, o treinador de 35 anos projetou a postura de sua equipe para o duelo contra o Glorioso.

‘E como sentir a altitude? Sendo um time intenso, um time agressivo, um time compacto, um time que jogue rápido com a bola, que ponha a bola no chão, que faça muita pressão, que provoque o erro do rival, que não dê tempo ao rival para que recupere o ar e sinta de verdade os verdadeiros efeitos dentro de campo’, concluiu.

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