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·26 gennaio 2026
Uma semana, duas regras, e três pontos para o FC Porto

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·26 gennaio 2026

Uma semana separa dois lances praticamente iguais, com a mesma dinâmica e decisões opostas. Em ambos os casos, o beneficiado foi o FC Porto. Em Guimarães, frente ao Vitória, dois jogadores da equipa da casa foram empurrados e agarrados dentro da área. Não houve penálti, o VAR não interveio e o FC Porto saiu do Minho com três pontos no bolso, num lance que merecia muito mais do que silêncio.
Uma semana depois, no Dragão, frente ao Gil Vicente, um lance semelhante foi transformado em grande penalidade. Coincidência ou não, era exatamente aquilo que o treinador tinha pedido na conferência de imprensa, um penálti para dar confiança ao Samu. E teve o que queria. O que não foi penálti em Guimarães, foi penálti no Porto.
É esta incoerência que revolta os adeptos. As regras não mudaram em sete dias, mas a cor da camisola sim. E isso faz toda a diferença.
Ainda assim, quem liga a televisão dificilmente ouvirá falar disto. Em vez disso, vão preferir discutir o Rafa, o Mourinho e o Seixal. Vão chorar porque o Benfica limita perguntas nas conferências e ignorar estes lances que distorcem campeonatos.
O circo continua porque muitos dos que deveriam analisar com rigor fazem parte dele. Comentam conforme lhes dá jeito, conforme a pressão e conforme as diretrizes. O futebol fica para segundo plano. E depois perguntam-se porque é que a revolta cresce.









































