Gazeta Esportiva.com
·25 gennaio 2026
Vojvoda minimiza pressão no Santos: “Estou com a cabeça forte”

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Depois do empate sem gols com o Red Bull Bragantino, pela quinta rodada do Campeonato Paulista, neste domingo, o técnico Juan Pablo Vojvoda minimizou a pressão por bons resultados no Peixe. O comandante reconheceu o mal início de ano, mas reafirmou que “sempre haverá pressão“.
“Estou trabalhando com meus jogadores sobre a pressão (dos torcedores). E estou com a cabeça forte e sei que sempre haverá pressão. Tínhamos a pressão do rebaixamento no Brasileirão (em 2025) que era forte, então, estamos preparados para isso”, disse.
O comandante ainda relembrou da pressão na última temporada e em como o Santos precisa se manter ativo nos próximos jogos em ambas as competições.
“Temos partidas para jogar. Vocês me falam do rebaixamento desde a temporada passada, lutamos e conseguimos um lugar na Sul-Americana – sofrido, é verdade. Neste ano, temos que olhar as partidas para frente”, continuou.
“Agora, temos o São Paulo e precisamos ter atenção em cada Campeonato. Tanto no Paulistão que está terminando a primeira fase e no Brasileirão, que está começando agora”, completou.
Vojvoda também analisou as mudanças no time e a rodagem de elenco no Santos. O argentino criticou o calendário e afirmou que todos os times terão que fazer um rodízio.
“Temos que rodar jogadores. A nossa última partida foi há 72h e teve muito desgaste físico. Por isso, há jogadores que ficaram no departamento médico, não por algo muito grave, mas sim por desconfortos na partida contra o Corinthians. Estamos a 72h do Brasileirão também e vamos precisar de todos os jogadores. Por isso, o rodízio não vai ser só com o Santos, e sim com todos os times, pois o calendário está muito apertado”.
Por fim, o comandante do Santos elogiou o trio Willian Arão, Gabriel Menino e Zé Rafael, titular no duelo de hoje. Vojvoda gostou das roubadas de bola do trio de volantes, mas reconheceu que faltou criação de chances efetivas para o Peixe.
“Tivemos três volantes com uma intensidade alta, com Menino, Zé Rafael e Arão. Roubamos bolas no campo adversário, mas faltou criar as chances de gol. Sofremos uma pressão alta do Bragantino e liberamos muito espaço para eles. No primeiro tempo, nós os incomodamos algumas vezes, e eu não imaginava que o segundo tempo fosse da maneira que foi, com eles pressionando“, concluiu.
Com o resultado, o Santos chegou aos seis pontos, mas segue na nona posição do Campeonato Paulista. Os oito primeiros avançam para a segunda fase do Estadual. Os dois últimos são rebaixados.
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