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·11 de abril de 2026

1 mês de Roger Machado no São Paulo: Qual o balanço de momento do técnico?

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Roger Machado completa um mês à frente do São Paulo neste sábado, 11 de abril, e o balanço até aqui mostra um time em transição, com resultados mistos, mas já com um desenho de jogo mais parecido com o estilo que o novo técnico deseja implantar no Morumbi. Contratado para substituir Hernán Crespo após uma saída tumultuada, o treinador viveu pressão desde o anúncio, mas, com o tempo, vem ganhando espaço institucional para testar mudanças táticas, mexer no elenco e reorganizar o time após uma fase de instabilidade.

Na primeira semana, Roger manteve a base de Crespo, com o meio‑campo formado por Danielzinho, Bobadilla e Marcos Antônio, e até chegou à liderança do Brasileirão, mostrando que o elenco vinha bem estruturado. Em sete jogos no comando, o aproveitamento do treinador é de 61%, com quatro vitórias, um empate e duas derrotas, índice abaixo de Crespo e Zubeldía no mesmo período, mas suficiente para manter o São Paulo próximo da parte de cima da tabela, em disputa direta com Palmeiras e Atlético‑MG.

O ponto de virada veio após a pausa para a Data Fifa, quando o técnico teve cerca de dez dias para treinar e reequilibrar o time. A partir do empate com o Internacional, no dia 2 de abril, Roger passou a adotar o 4‑3‑3 com pontas abertos, aproveitando a chegada de Artur, emprestado pelo Botafogo, para deixar o meio‑campo mais equilibrado e menos dependente de um único organizador. A saída de Arboleda, com o zagueiro ausente no Equador, também forçou o Tricolor a reorganizar a defesa, com mais rodízio entre os jogadores de zaga e o uso de jogadores de menor peso nominal.

O São Paulo volta a discutir internamente o casamento entre contratações pontuais e a valorização de revelações, algo que o treinador defende em bastidores como parte essencial do projeto de curto prazo, mesmo em meio a pressão por resultados imediatos.

Agora, com o São Paulo ocupando a vice‑liderança do Brasileirão — 20 pontos, cinco a menos que o Palmeiras. Roger encara o clássico diante do Vitória, neste sábado, como um novo teste de sua identidade. O time precisa demonstrar que o 4‑3‑3 e a maior presença da base não são apenas um recurso de curto prazo, mas um modelo capaz de sustentar o desempenho em duas competições. Após a pressão inicial na chegada, o técnico busca, portanto, dar uma nova forma à equipe: mais competitiva, organizada e conectada com a base, mesmo que o saldo ainda esteja em construção.

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