Trétis
·25 de fevereiro de 2026
300 vezes Santos: goleiro entra para o grupo mais seleto da história do Athletico

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·25 de fevereiro de 2026

O próximo passo de Santos com a camisa do Athletico Paranaense não é apenas mais um jogo. É um marco. O goleiro chega à expressiva marca de 300 partidas pelo Furacão e passa a integrar definitivamente o grupo dos jogadores que mais atuaram pelo clube em toda a sua história.
Antes da bola rolar contra o Red Bull Bragantino, Santos somava 299 jogos, com 137 vitórias, 74 empates e 88 derrotas. Números que refletem não apenas longevidade, mas protagonismo em alguns dos momentos mais importantes da era recente rubro-negra.
Com os 300 jogos, Santos se aproxima do top 10 histórico de atletas que mais vestiram a camisa athleticana. A lista é liderada por Alfredo Gottardi Júnior (426 partidas), seguido por nomes como Thiago Heleno, Alan Bahia, Nikão, Sicupira, Pablo, Weverton, Nivaldo e Flávio.
Mais do que um número redondo, a marca representa constância em alto nível, algo ainda mais simbólico para um goleiro, posição em que confiança e liderança são determinantes.
Natural de Campina Grande (PB), Santos chegou ao Athletico em 2008 para as categorias de base. A estreia como profissional aconteceu em 2011, em confronto contra o Flamengo, pela CONMEBOL Sul-Americana.
A consolidação veio em 2018. A partir dali, assumiu a titularidade e se tornou peça fundamental nas maiores conquistas do clube na última década. Com defesas decisivas e segurança sob as traves, ajudou o Furacão a erguer títulos como:
O desempenho no Athletico abriu portas para a Seleção Brasileira. Santos foi convocado nove vezes e viveu o auge com a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, como titular da campanha.
O reconhecimento nacional consolidou a imagem de um goleiro confiável em decisões, característica que sempre marcou sua trajetória no clube.
Em 2022, Santos se transferiu para o Flamengo. Três anos depois, retornou ao Athletico para mais um capítulo com a camisa rubro-negra.
No início da nova passagem, começou como opção no banco. Mas a retomada da titularidade veio acompanhada de atuações decisivas, como na classificação diante do São Paulo, quando defendeu três pênaltis e garantiu vaga na fase seguinte da competição.
Agora, aos 300 jogos, Santos não apenas soma estatísticas. Ele reafirma seu lugar na memória recente do clube, como símbolo de uma geração vencedora e de um período de afirmação continental do Athletico.
E, ao que tudo indica, a história ainda não terminou.









































