A Coca-Cola do CR7, Neymar… quando craques e marcas polemizaram

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Cristiano Ronaldo chamou atenção antes mesmo de a bola rolar na Eurocopa e criou uma polêmica extracampo. Antes da estreia, em coletiva, o craque de Portugal afastou duas garrafas de Coca-Cola da bancada. A imagem rodou o mundo.

Na ocasião, Cristiano Ronaldo ainda pegou uma garrafa de água. Ou seja, um campanha contra o consumo de refrigerante. O português recebeu críticas. Muitos apontaram falta de profissionalismo por se tratar de um patrocinador do evento. Porém, ele ganhou elogios, por mostrar posição e ter personalidade de “peitar” a marca.

Cristiano Ronaldo tem no histórico outra polêmica com marca de refrigerante, mas, desta vez, o “entrevero” começou do outro lado. Em 2013, a divisão sueca da Pepsi exagerou em um comercial. O contexto era o duelo entre Portugal e Suécia pela repescagem para a Copa do Mundo de 2014.

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O comercial mostrava um boneco com uniforme de Portugal e número 7, em alusão a Cristiano Ronaldo, amarrado e depois atropelado por latas de refrigerante. O anúncio completava: “Vamos atropelar Portugal”.

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A Pepsi global entrou em cena e se desculpou com o craque português. Cristiano Ronaldo aceitou o pedido de desculpa, mas já havia castigado e atropelado a Suécia. Ele fez o gol da vitória por 1 a 0 no jogo de ida e um hat-trick no triunfo por 3 a 2 na volta.

Os patrocinadores não têm tido vida fácil nesta Eurocopa. Após a Coca-Cola de Cristiano Ronaldo, Pogba também reprovou um produto que estava na bancada. O astro francês colocou no chão uma garrafa de Heineken. Ele não consome álcool.

Neymar x Nike

Neymar também se viu em polêmica. Uma dirigente da Nike divulgou que o contrato do astro foi rescindido porque ele não colaborou com uma investigação de assédio sexual. O craque brasileiro rebateu a empresa, negou as acusações e se disse traído pela fornecedora de material esportivo.

A Nike patrocina o Brasil. Neymar, então, deu um jeito de não divulgar a empresa em suas redes sociais. Ele colocou um emoji em cima do símbolo da fornecedora.

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Por falar em Seleção Brasileira, os jogadores da Copa do Mundo de 1990 também esconderam a logomarca de uma empresa. No caso, da Pepsi. A marca de refrigerantes patrocinou o Brasil na ocasião. Porém, os atletas estavam insatisfeitos com o direito de arena. Eles protestaram tampando a logo da Pepsi na foto oficial.

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Gênio holandês, Cruyff enfrentou a Adidas na Copa do Mundo de 1974. Na ocasião, não era permitido estampar a logomarca nos uniformes. A empresa, então, colocou três listas nas mangas da camisa. Patrocinado pela Puma, Cruyff deu um um jeito e jogou com apenas duas listras na camisa.

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