Gazeta Esportiva.com
·02 de fevereiro de 2026
À espera de Veiga, América-MEX de Jardine estreia na Concachapions nesta terça

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O América do México estreia na Copa dos Campeões da Concacaf nesta terça-feira, às 23h (de Brasília), contra o Olimpia, em Honduras, pela Primeira Ronda do torneio. A equipe de André Jardine, maior campeã da história da competição com sete títulos, tenta encerrar um jejum que já dura desde 2016.
A novidade nos bastidores é a chegada do meia Raphael Veiga, ex-Palmeiras, que já está no México, mas ainda não foi anunciado e, portanto, não será inscrito para a estreia.
Contratado em junho de 2023, André Jardine se consolidou rapidamente como o técnico mais vencedor da história do América, com seis títulos conquistados. Logo na chegada, encerrou um período de cinco anos sem títulos da Liga MX e comandou o time em um tricampeonato consecutivo. A tentativa de um tetracampeonato acabou barrada pelo Toluca na final do Clausura 2025.
O treinador destacou o peso da competição. “A Concachampions faz parte da identidade e da história do clube, e sabemos da responsabilidade de voltar a colocar essa taça na galeria. O caminho até lá é longo e repleto de desafios. Queremos fazer a melhor estreia possível.”
“Já vivemos aqui o desafio de quebrar tabus importantes e sabemos qual é o caminho: trabalho, competitividade e a compreensão total do peso da camisa que representamos. Vejo que a equipe está preparada para esse tipo de cenário”, completou.
O América não vence a Concachampions há dez anos. O último título foi em 2016, diante do Tigres. Desde então, a equipe bateu na trave duas vezes já sob o comando de Jardin, para o Pachuca em 2024, e para o rival Cruz Azul em 2025, ambos campeões dessas edições.
Um título em 2026, além de isolar novamente o clube como maior vencedor do torneio, garantiria vaga no Intercontinental da FIFA, em dezembro, e a classificação para a Copa do Mundo de Clubes de 2029.
O América chega embalado por uma vitória por 2 a 0 sobre o Necaxa pela Liga MX no último sábado. Para a estreia na Concachampions, Jardine deve repetir a base utilizada no início da temporada enquanto aguarda a regularização de Veiga.








































