Jogada10
·13 de agosto de 2026
Abel avalia atuação do Palmeiras e expulsão de Andreas: “Muito rigorosa”

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·13 de agosto de 2026

O Palmeiras empatou por 1 a 1 com o Cerro Porteño, no Nubank Parque, pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. Com o resultado, a equipe precisa vencer em Assunção, no Paraguai, para avançar às quartas de final sem depender da disputa por pênaltis. Na coletiva, Abel Ferreira afirmou que o time teve um bom desempenho, porém pecou na falta de eficácia para vencer a partida.
“Futebol é isto. Tem que ser eficaz, fizemos um jogo com volume, com oportunidades. Quem tem seis ou sete oportunidades e só faz um gol na Libertadores, tem que se queixar da falta de eficácia”, analisou.
“Nós, como equipe, temos que encontrar soluções, como hoje, que não vencemos porque a eficácia não foi boa pelas oportunidades. Não foi dia, mas ele vai sair na hora certa. Calma aos jogadores, à torcida, temos mais 90 minutos no nosso adversário para atingir o objetivo que queremos”, completou.
O comandante português também considerou rigorosa a expulsão de Andreas Pereira e defendeu Carlos Miguel após o goleiro falhar no lance que resultou no empate da equipe paraguaia.
“Acho que fizemos um belíssimo jogo. Tendo em conta o adversário e todos os agarrões que o árbitro permitiu, a expulsão foi muito rigorosa se comparar a entrada no Roque na primeira parte, que nem na bola toca”, disse
“E sim, no último lance do jogo (no gol do Cerro), com menos um, era aparentemente controlado. Os zagueiros têm que seguir o movimento do centroavante, e nosso goleiro sabe que poderia fazer melhor também. Mas quando ganhamos, todos ganhamos. E quando perdemos, temos uma infelicidade, estamos todos juntos. Vejo assim o futebol, como uma sociedade”, frisou.

Carlos Miguel, do Palmeiras, falhou no gol do Cerro Porteño pela Libertadores – Foto: Cesar Greco / Palmeiras
“Não vi o lance (do pênalti). Para mim não há cinzento. Se tocou, é pênalti. Se não tocou, não é. Alguém viu no lance do Andreas algum murro no peito? Se o Andreas deu um murro no rosto, no corpo, teria que ser expulso. Mas quando um adversário passa o jogo todo a agarrá-lo e ele tira a mão, acho que foi excessivo. Se o Carlos Miguel tocou, o árbitro ou VAR tem que marcar pênalti (no primeiro tempo)”, concluiu.







































