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·14 de agosto de 2026
Abel demora para mexer? Data Palestra analisa todas as substituições do Palmeiras no Brasileirão 2026

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·14 de agosto de 2026

Levantamento exclusivo reconstrói as 22 primeiras rodadas, separa jogos comandados por Abel Ferreira e João Martins e mede minuto das mudanças, impacto do banco, jogadores mais utilizados e o que acontece com o placar depois das alterações
“Abel demora para mexer no Palmeiras?”
A pergunta acompanha o treinador há algum tempo e voltou com força depois do empate por 1 a 1 com o Cerro Porteño pela Libertadores. Naquela partida, uma das críticas públicas foi justamente o tempo levado para alterar a equipe. PVC, no UOL, escreveu que o treinador demorou muito para mexer.
Mas existe um problema nessa discussão: quase sempre ela acontece a partir da memória.
Quando uma alteração funciona, lembra-se da “estrela” do treinador. Quando não funciona, a sensação é de que ele deveria ter mexido antes.
O Data Palestra decidiu retirar a discussão do campo da percepção.
Reconstruímos todas as substituições do Palmeiras nas primeiras 22 rodadas do Campeonato Brasileiro de 2026, registrando o treinador à beira do campo, minuto da primeira alteração, situação do placar, contexto da partida, jogadores utilizados e resultado final.
E o levantamento encontrou algo mais interessante do que simplesmente um minuto médio.
Abel não tem apenas um relógio para mexer no time. Tem dois.
Em partidas sem expulsões ou lesões forçando a decisão, ele frequentemente altera o Palmeiras por volta dos 58 ou 59 minutos. Mas, quando deixa essa janela passar, há uma tendência clara na amostra: a primeira mudança só aparece entre 66 e 75 minutos.
É daí que pode nascer boa parte da sensação de que Abel “demora”.
Nas primeiras 22 rodadas do Brasileirão:
Há, porém, uma descoberta anterior a todas essas.
DATA PALESTRA
O relógio de Abel
Minuto da primeira substituição em jogos do Brasileirão 2026 sem expulsão ou lesão forçando a mudança.
58,5′
mediana da primeira troca
62,5%
dos jogos tiveram troca até 59′
62,9′
média da amostra analisada
Atlético-MG 75′
Vitória 71′
Internacional 66′
JANELA DOS 60 MINUTOS
São Paulo 59′
Fluminense 58′
Mirassol 58′
Atlético-MG 58′
Internacional 58′
O dado que chama atenção
Abel trabalha com duas janelas bem diferentes. Em cinco dos oito jogos analisados, mexeu aos 58 ou 59 minutos. Quando deixou essa faixa passar, a primeira substituição só aconteceu aos 66, 71 ou 75 minutos.
Levantamento Data Palestra • Brasileirão 2026 • Amostra considera apenas partidas sem expulsão ou lesão forçando a primeira substituição.
A primeira correção metodológica é importante.
Seria errado pegar simplesmente as 22 partidas do Palmeiras e atribuir todas as substituições a Abel Ferreira.
O treinador ficou suspenso em diferentes momentos do Brasileiro. A maior sequência aconteceu entre a 9ª e a 15ª rodada, quando cumpriu sete partidas consecutivas de suspensão impostas pelo STJD. João Martins ficou responsável pela equipe nesse período.
Além delas, João também esteve à beira do campo na derrota para o Vasco, pela quinta rodada, e na vitória sobre o Coritiba, pela 19ª.
Contra o Vasco, Abel estava suspenso e João concedeu a entrevista depois da derrota por 2 a 1. Já contra o Coritiba, outra suspensão colocou novamente o auxiliar no comando.
Portanto:
O Palmeiras chegou à 22ª rodada com 48 pontos e na liderança isolada do Brasileirão.
A divisão entre Abel e João não pretende transformar o auxiliar em um treinador independente: ambos pertencem à mesma comissão técnica e compartilham conceitos e preparação.
Ela serve para responder outra pergunta:
o hábito de mexer tarde é especificamente de Abel ou é um comportamento da comissão?
Os números trazem uma resposta interessante.
Abel demora para fazer substituições?
A resposta mais precisa é:
às vezes, sim. Mas não sistematicamente.
Usar simplesmente a média das 13 partidas comandadas por Abel produziria um número enganoso: 58,1 minutos.
Isso porque contra o Cruzeiro Ramón Sosa se lesionou e precisou ser substituído aos 16 minutos. Felipe Anderson também saiu ainda no primeiro tempo por problema físico naquela partida.
Uma substituição provocada por lesão aos 16 minutos evidentemente não diz nada sobre quanto Abel prefere esperar para intervir taticamente.
Também existem partidas alteradas por expulsões.
Por isso, o Data Palestra criou uma segunda amostra.
Para medir exclusivamente o relógio de intervenção, retiramos os jogos em que:
Restaram oito partidas comandadas por Abel.
A primeira substituição aconteceu nestes minutos:
E é aqui que aparece o dado mais curioso do estudo.
Não existe uma distribuição gradual.
Abel não aparece mexendo uma vez aos 57, outra aos 61, outra aos 63, depois aos 64 e assim sucessivamente.
Na amostra limpa, há praticamente dois grupos.
Em cinco partidas:
58′ 58′ 58′ 58′ 59′
Ou seja, em 62,5% da amostra limpa, o treinador já havia feito a primeira substituição antes de o relógio chegar aos 60 minutos completos.
Isso contradiz a ideia de que Abel invariavelmente espera os 70.
Nos outros três jogos:
66′ 71′ 75′
Não houve uma única primeira substituição entre 60 e 65 minutos.
A amostra ainda é pequena demais para transformar isso em uma regra definitiva, mas o desenho é bastante claro até aqui:
quando Abel não encontra motivo para mexer perto dos 58/59 minutos, sua intervenção tende a ficar consideravelmente mais tarde.
É justamente esse segundo grupo que provavelmente fica mais marcado na memória do torcedor.
O Campeonato Brasileiro começou com um exemplo perfeito.
Contra o Atlético-MG, fora de casa, o Palmeiras estava perdendo por 2 a 1 quando Abel realizou sua primeira alteração apenas por volta dos 75 minutos.
Vitor Roque entrou.
Poucos minutos depois, marcou o gol do empate por 2 a 2. A ESPN registra o gol do atacante aos 84 minutos.
O episódio reúne as duas narrativas sobre Abel em uma mesma partida.
Para quem critica:
demorou para mexer.
Para quem defende:
mexeu e o jogador que entrou resolveu.
É por isso que discutir substituições apenas pelo resultado final é perigoso.
Essa comparação produz outra surpresa.
Aplicando exatamente o mesmo filtro aos jogos comandados por João Martins — retirando partidas contaminadas por expulsão antes da primeira substituição — sobraram sete confrontos.
A média da primeira alteração foi de:
João Martins: 61,6 minutos Abel Ferreira: 62,9 minutos
Diferença:
Na prática, quase nada.
A mediana de João ficou em 60 minutos.
A de Abel, em 58,5.
Portanto, pelo menos no Brasileirão 2026, os números não sustentam a ideia de que Abel seja dramaticamente mais conservador no relógio do que o restante de sua própria comissão técnica.
Isso não significa que todas as decisões sejam corretas.
Significa apenas que a crítica precisa ser mais específica.
A pergunta talvez não deva ser:
“Abel demora para mexer?”
Mas:
“Em quais tipos de jogo Abel decide esperar?”
Essa é uma diferença enorme.
Aqui entramos em uma segunda parte do levantamento.
Não basta saber quando o treinador mexe.
Precisamos saber o que os jogadores que entram fazem.
Nos 13 jogos de Brasileirão em que Abel esteve à beira do campo, o Palmeiras marcou 26 gols.
Cinco foram feitos por jogadores que começaram a partida no banco e entraram durante o jogo.
Em média:
Esse foi o tempo necessário para um reserva acionado por Abel marcar quando conseguiu balançar a rede.
Os cinco gols correspondem a 19,2% de toda a produção ofensiva do Palmeiras nas partidas de Brasileiro comandadas diretamente pelo treinador.
Mais do que simplesmente uma curiosidade, o número mostra que o banco vem entregando gols.
[INSERIR ASSET: Gols do banco]
Arquivo: `gols-reservas-palmeiras-abel-brasileirao-2026.webp`
Alt recomendado: Jogadores que marcaram gols após entrar no Palmeiras de Abel Ferreira no Brasileirão 2026
Paulinho tem uma situação particular.
Nas 13 partidas analisadas com Abel no banco, ele entrou durante o jogo apenas três vezes.
Marcou em duas.
Contra o Flamengo, entrou aos 81 minutos e fechou a vitória por 3 a 0 nos acréscimos.
Contra a Chapecoense, foi chamado aproximadamente aos 56 e marcou o único gol da vitória nove minutos depois.
Ou seja:
2 gols 1 gol a cada 1,5 entrada como reserva**
A amostra é pequena e não deve ser extrapolada como se fosse uma projeção de temporada.
Mas ela ajuda a mostrar outra coisa: o banco do Palmeiras não teve apenas participação periférica nas partidas.
Em determinados jogos, alterou diretamente o placar.
Outro caso importante aconteceu justamente na estreia.
O Palmeiras perdia para o Atlético-MG quando Vitor Roque entrou e marcou o gol que determinou o empate por 2 a 2.
Foi um gol que mudou diretamente a quantidade de pontos conquistados naquele jogo.
O próprio Portal já vem medindo o peso real dos gols — e não apenas artilharia — no ranking de impacto dos gols do Palmeiras em 2026.
O levantamento das substituições adiciona uma nova camada:
quantos desses gols surgiram de decisões tomadas durante a partida?
Na 20ª rodada, outro exemplo.
O Palmeiras perdia para o Atlético-MG por 1 a 0 quando Abel fez suas primeiras mudanças aos 58 minutos.
Felipe Anderson entrou.
Aos 74, marcou o empate.
O Palmeiras acabaria sofrendo outro gol dois minutos depois e perderia por 2 a 1.
Portanto, a mudança produziu impacto ofensivo, mas não foi suficiente para alterar o resultado final.
Esse caso é importante porque expõe um limite metodológico.
Gol de reserva não significa automaticamente substituição bem-sucedida.
Da mesma forma:
vitória após uma substituição não significa que a substituição causou a vitória.
Correlação não pode ser vendida como causalidade.
Mesmo com essa ressalva, há um dado descritivo interessante.
Nas 13 partidas comandadas por Abel, em nenhuma o Palmeiras terminou em uma situação de pontos pior daquela que possuía no instante da primeira substituição.
Em outras palavras:
Isso não prova que as substituições preservaram os resultados.
É apenas a fotografia do que aconteceu depois delas.
E existe uma segunda forma de observar.
Retirando o jogo contra o Cruzeiro — cuja primeira alteração aconteceu aos 16 minutos por lesão —, o trecho entre a primeira substituição e o fim das outras 12 partidas de Abel teve placar agregado de:
Esse recorte, porém, inclui partidas afetadas por expulsões.
Aplicando o filtro mais rígido e utilizando apenas os oito jogos “limpos”, o placar do trecho posterior à primeira mudança foi:
Novamente: não significa que Abel “causou” esses gols.
Mas também não combina muito com a tese de que as substituições tenham sistematicamente desmontado a equipe.
Outra pergunta com potencial de busca:
quem é o jogador preferido de Abel para sair do banco?
A resposta em 2026, até aqui, é Lucas Evangelista.
Lucas Evangelista entrou em nove dos 13 jogos de Abel no Brasileirão.
Isso significa que foi acionado em aproximadamente 69% das partidas do treinador.
Felipe Anderson aparece logo atrás, com sete.
O outro lado da substituição também revela padrões.
Maurício lidera.
Assim como Lucas Evangelista entrou nove vezes, Maurício deixou o campo nove vezes nas partidas comandadas por Abel.
Isso não deve ser interpretado automaticamente como falta de confiança.
Posição, função tática, intensidade, características do adversário e carga física interferem diretamente nesse tipo de escolha.
E aqui o levantamento começa a conversar com outra metodologia proprietária do Portal.
O Índice de Desgaste do Palmeiras em agosto já apontou nomes como Andreas Pereira, Murilo, Marlon Freitas, Jhon Arias e Piquerez entre os jogadores que exigiam atenção especial pela carga acumulada.
No futuro, os dois bancos de dados podem ser cruzados:
quem acumula maior desgaste também está saindo mais cedo?
Essa será uma próxima camada do Data Palestra.
Uma das maiores conclusões deste estudo é metodológica.
Olhar apenas para o minuto das substituições produz distorções.
Veja quatro exemplos.
Parece uma intervenção extremamente precoce de Abel.
Não foi.
Ramón Sosa saiu lesionado.
Parece decisão agressiva para buscar a vitória.
Mas o Palmeiras havia ficado com dez jogadores após expulsão de Allan ainda no primeiro tempo.
Abel fez três alterações já na volta para o segundo tempo.
Só que o adversário havia sofrido duas expulsões ainda antes do intervalo.
A primeira mudança demorou.
Mas o Palmeiras já vencia por 2 a 0 e o Flamengo jogava com um a menos.
Por isso o Data Palestra não simplesmente despejou todos os minutos em uma média.
O contexto faz parte do dado.
A tabela abaixo registra a primeira substituição do Palmeiras, quem estava à beira do campo e a situação do placar naquele momento.
As fichas das partidas foram reconstruídas individualmente e confrontadas com registros de jogos, escalações e substituições. O banco de fichas do Futebol80 também registra minuto a minuto as trocas e técnicos responsáveis em 2026.
O jogo mais recente da amostra é interessante.
No 0 a 0 entre Palmeiras e Internacional pela 22ª rodada, Abel não esperou os 70 minutos.
A primeira intervenção veio por volta dos 58, com Flaco López e Vitor Roque entrando.
O resultado não mudou e o Palmeiras permaneceu com 48 pontos na liderança.
É exatamente o tipo de jogo que normalmente desaparece da memória na discussão sobre as substituições.
Quando Abel mexe relativamente cedo e nada acontece, isso produz menos repercussão.
Quando demora e o time tropeça, o relógio vira protagonista.
Isso pode gerar um viés de memória na percepção da torcida.
Os dados permitem levantar três hipóteses.
Quando Abel deixa passar sua janela mais comum de 58/59 minutos, não costuma esperar apenas mais três ou quatro minutos.
Na amostra limpa, as outras primeiras trocas vieram aos:
66, 71 e 75.
São momentos suficientemente avançados para gerar impaciência.
O empate com o Cerro Porteño é um exemplo recente.
O Palmeiras tinha dificuldades para quebrar a defesa adversária. Aos 65 minutos, Abel chamou Arthur para alterar a estrutura; depois, a expulsão de Andreas Pereira transformou novamente a partida. O time ainda abriu o placar com Flaco López, mas sofreu o empate nos acréscimos.
O resultado naturalmente amplifica a discussão sobre o momento das decisões.
Treinadores alteram posicionamentos antes de trocar jogadores.
Um lateral passa a atuar por dentro. Um zagueiro ganha liberdade. Um ponta muda de lado. A pressão muda de altura.
Isso não aparece na súmula.
Nosso estudo mede substituições de jogadores, não todas as intervenções táticas do treinador.
É uma distinção importante.
O VEREDITO DO DATA PALESTRA
Abel não tem um relógio. Tem dois.
Em 5 de 8 jogos sem interferência de expulsão ou lesão, a primeira troca saiu aos 58 ou 59 minutos. Quando Abel deixou essa janela passar, só mexeu aos 66, 71 ou 75. O dado ajuda a explicar por que a percepção de demora existe — mas mostra que ela não acontece em todas as partidas.
Depois de analisar as primeiras 22 rodadas, a resposta não cabe em “sim” ou “não”.
Nos jogos livres de expulsões e lesões antes da primeira intervenção, ele mexeu até o minuto 59 em 62,5% das partidas.
Nas três partidas restantes da amostra limpa, a primeira alteração aconteceu aos 66, 71 e 75 minutos.
A média limpa foi:
Abel: 62,9′ João: 61,6′
Uma diferença de pouco mais de um minuto.
Reservas acionados por Abel fizeram cinco gols, equivalentes a 19,2% dos gols marcados pelo Palmeiras em seus 13 jogos de Brasileiro.
Os reservas que marcaram precisaram de apenas 11 minutos em média entre entrar em campo e fazer o gol.
Portanto, talvez o ponto mais interessante não seja perguntar simplesmente se Abel demora.
A pergunta que os próximos meses poderão responder é outra:
se o banco do Palmeiras consegue produzir tão rapidamente quando é acionado, existem jogos em que ele poderia ser usado antes?
Essa é uma discussão que os dados ainda não encerram.
Mas agora ela pode começar sem depender apenas de sensação.
O levantamento considera as 22 primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro de 2026, encerradas para o Palmeiras no empate por 0 a 0 contra o Internacional em 9 de agosto.
Foram registrados:
Para a análise denominada “amostra limpa”, foram excluídas partidas nas quais uma lesão obrigou a primeira substituição ou uma expulsão de qualquer uma das equipes aconteceu antes da primeira troca.
Alterações realizadas no intervalo foram classificadas como início do segundo tempo.
O levantamento é descritivo e não atribui causalidade. Um gol ocorrido depois de uma substituição não significa necessariamente que aconteceu por causa dela.
Dados compilados pelo Data Palestra em 14 de agosto de 2026, com base nas fichas das partidas e cruzamento de registros públicos. A temporada permanece em andamento e o levantamento pode ser atualizado.
Nos oito jogos do Brasileirão 2026 sem lesões ou expulsões interferindo antes da primeira troca, Abel fez a primeira substituição, em média, aos 62,9 minutos. Entretanto, em cinco dos oito jogos ele já havia mexido até o minuto 59.
A mediana da primeira substituição na amostra limpa é de 58,5 minutos. O levantamento identificou dois grupos: mudanças aos 58/59 minutos e intervenções mais tardias, entre 66 e 75.
Lucas Evangelista lidera o levantamento do Brasileirão 2026, com nove entradas durante as 13 partidas em que Abel esteve à beira do campo.
Maurício foi o jogador que mais deixou o campo nas partidas comandadas por Abel no Brasileirão analisadas pelo Data Palestra: nove vezes. Allan aparece com oito e Andreas Pereira com sete.
Jogadores que começaram no banco marcaram cinco gols nas 13 partidas comandadas por Abel. Foram dois de Paulinho e um de Vitor Roque, Ramón Sosa e Felipe Anderson.
Nas primeiras 22 rodadas, Abel esteve à beira do campo em 13 jogos. Foram nove vitórias, três empates e uma derrota, com 30 pontos de 39 possíveis — aproveitamento de 76,9%.
João Martins comandou o Palmeiras em nove dessas 22 rodadas, com cinco vitórias, três empates e uma derrota. Foram 18 pontos de 27 possíveis, aproveitamento de 66,7%.
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