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·14 de março de 2026
Acordo para fugir de processo criminal é finalizado por meia do São Paulo

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Acordo para fugir de processo criminal é finalizado por meia do São Paulo
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O meio-campista Damián Bobadilla, do São Paulo Futebol Clube, firmou um acordo com a Justiça brasileira para encerrar a investigação sobre um episódio de xenofobia ocorrido em uma partida da Copa Libertadores da América. Com a homologação do acordo entre o jogador e o Ministério Público, o caso não seguirá para um processo criminal, desde que todas as condições impostas sejam cumpridas.
A investigação teve origem em um confronto entre o São Paulo e o Club Atlético Talleres, quando Bobadilla dirigiu uma ofensa xenófoba ao lateral venezuelano Miguel Navarro. Durante a partida, o meia teria chamado o adversário de “venezuelano morto de fome”, o que levou o jogador do time argentino a denunciar o caso ao árbitro chileno Piero Maza, que chegou a interromper o jogo por alguns minutos para apurar a situação.
Após o episódio, Bobadilla foi indiciado pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva pelo crime de injúria racial. A partir disso, o Ministério Público propôs um acordo judicial para resolver o caso sem a abertura de ação penal, desde que o atleta aceitasse cumprir uma série de medidas educativas relacionadas ao combate à xenofobia.
Entre as obrigações definidas pela Justiça estão a participação em aulas sobre xenofobia e a produção de quatro vídeos curtos explicando o que aprendeu durante o processo educativo. O jogador também deverá visitar o Museu da Imigração, em São Paulo, além de fazer publicações em suas redes sociais com mensagens de conscientização contra a discriminação.
O acordo prevê ainda a doação de cerca de R$ 61 mil em livros para a Coordenação de Políticas para Imigrantes e Promoção do Trabalho Decente. Caso todas as medidas sejam cumpridas corretamente, o procedimento será encerrado definitivamente, evitando que o meio-campista responda a um processo criminal na Justiça brasileira.
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