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·16 de fevereiro de 2026
Adeptos apontam exagero, “uma palmada virou caso nacional”

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·16 de fevereiro de 2026

Não conheço o Gonçalo Guimarães, mas a partir de hoje tem o meu respeito. Em véspera de um jogo importante, a CMTV decide discutir uma palmada na mão do seu jornalista por parte do assessor do Benfica. Sim, chegámos ao ponto de estarem 45 minutos a falar de uma palmada na mão de um jornalista.
Todos somos contra a violência, como aconteceu com o Catão e companhia. Mas transformar uma palmada na mão num tema principal, exigir despedimento até ao fim do programa, e fazê-lo apresentando apenas uma versão, atingiu o cúmulo do absurdo. Ainda por cima vindo de um canal em que um dos acionistas arrancou de forma agressiva o microfone a uma jornalista da casa e o atirou para um lago. Hoje, o canal já não faz a perseguição que fazia antes, nem uma crítica a esse acionista. É esta a liberdade de imprensa de que tanto falam.
A CMTV e o grupo Media Livre têm sido frequentemente vetados em conferências de imprensa, e isso é um direito que assiste ao clube. Mourinho foi claro quando chegou, treinos abertos se se portarem bem, se se portarem mal, acaba a abertura. E foi o que aconteceu. Capas, artigos falsos, notícias plantadas, e táticas sujas por parte de um grupo de imprensa visto por muitos como alinhado com interesses do Sporting, levaram o Benfica a reduzir conferências abertas, a terminar treinos abertos, e a restringir entrevistas de jogadores, privilegiando a imprensa internacional.
Deve ser frustrante, mas é o preço que decidiram pagar por atacarem sistematicamente o Benfica. Falem também do jornalista de O Jogo vetado pelo Sporting. Ou então façam boicote à cobertura dos jogos do Benfica, o adepto agradece.









































