Fala Galo
·19 de abril de 2026
Alerta ligado: Atlético amarga sétima derrota fora de casa e despenca na tabela do Brasileirão

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·19 de abril de 2026

Foto: Paulo Henrique França
O sinal de alerta foi ligado na Cidade do Galo. O que antes era visto como uma má fase pontual, transformou-se em uma crise crônica de desempenho longe de Belo Horizonte. Neste domingo (19), o Atlético voltou a decepcionar o seu torcedor ao ser derrotado pelo Coritiba por 2 a 0, em partida válida pela 12ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, disputada no estádio Couto Pereira, em Curitiba.
Com o revés em solo paranaense, a equipe comandada pelo técnico Eduardo ‘Barba’ Domínguez viu sua situação complicar na tabela de classificação. Ocupando anteriormente uma posição mais confortável, o Alvinegro estacionou nos 14 pontos e despencou três posições, amargando agora o 11º lugar. A distância para o G-4 começa a aumentar, enquanto a irregularidade defensiva e a falta de repertório ofensivo fora de casa se tornam os principais obstáculos da temporada.
O FATOR VISITANTE E OS NÚMEROS PREOCUPANTES:
A estatística é implacável: em oito confrontos disputados longe de seus domínios, o Atlético saiu de campo derrotado em sete oportunidades. O aproveitamento pífio de 14,3% como visitante é digno de equipes que lutam contra o rebaixamento, contrastando com a força que o elenco possui no papel.
Até o momento, a única alegria do torcedor atleticano longe de Minas Gerais aconteceu na nona rodada, quando o time aplicou uma goleada de 4 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena Condá. Fora esse ponto fora da curva, o que se vê é um time que sofre para marcar gols e que cede espaços fatais aos adversários.
RETROSPECTO FORA DE CASA:
ANÁLISE DO MOMENTO ALVINEGRO:
O técnico Eduardo Domínguez terá uma semana de trabalho intenso para tentar corrigir o sistema tático. Com 9 gols sofridos e apenas 5 marcados (sendo 4 em um único jogo), o equilíbrio entre as linhas parece ter desaparecido. Para um time que projeta grandes conquistas em 2026, somar pontos fora de casa não é apenas um desejo, é uma necessidade matemática de sobrevivência na elite do futebol brasileiro.
O próximo desafio será fundamental para medir a capacidade de reação do grupo e a manutenção do trabalho da comissão técnica, que começa a ser questionada pela falta de variação tática quando atua sob pressão da torcida adversária.
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