Esporte News Mundo
·29 de junho de 2026
Ancelotti explica calma durante sufoco do Brasil contra o Japão: “Sofrer é normal”

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Carlo Ancelotti afirmou que viveu a classificação da Seleção Brasileira às oitavas de final da Copa do Mundo de forma mais tranquila do que a torcida. Após a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, conquistada apenas nos minutos finais, o treinador revelou que nunca perdeu a confiança de que a equipe encontraria o caminho para marcar.
Segundo o comandante italiano, o sofrimento faz parte do futebol moderno e a reação da Seleção mostrou maturidade para superar os momentos de dificuldade.
“O futebol tem erros. Ninguém é perfeito. Podemos lidar como sair do erro, que é pensar e olhar adiante. A equipe fez isso muito bem na segunda parte. Ninguém pensava que essa equipe não iria marcar. Organizamos bem a vigilância para evitar a transição, que poderia complicar o jogo. O aspecto psicológico é importante. O sofrimento é normal. Não há nada novo no futebol moderno. Sofrimento é normal, assim como o alívio é normal“, afirmou.
Ancelotti também explicou por que não demonstrou desespero à beira do gramado, mesmo com o Brasil atrás do placar durante boa parte da partida.
“Eu sofri menos, porque estava confiante. A equipe estava jogando bem. Encontramos dificuldade pela força do rival, que é uma equipe respeitável, organizada, perigosa, jogador forte no duelo físico. Mas não era uma equipe perdida, como na primeira etapa contra Marrocos“, declarou.

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira (Foto: Wagner Meier/Getty Images)
O treinador revelou ainda que já se preparava para uma possível prorrogação caso o empate persistisse até o fim do tempo regulamentar.
“Gol pode ser marcado no último minuto. Também na prorrogação pode ser marcado. Estava pensando o que poderia acontecer na prorrogação. Mas a equipe também estava preparada para jogar na prorrogação“, disse.
Ancelotti também destacou a importância da entrada de Gabriel Martinelli, autor do gol da classificação brasileira nos acréscimos.
“Era sobretudo para colocar um pouco de frescura no campo, porque Martinelli tem muita intensidade. É uma mudança muito importante, porque quando entra, sempre está a top e ajudou a equipe. Além de marcar o gol, na posição dele, permitiu que Vini jogasse um pouco mais aberto e ele foi muito perigoso







































