Jogada10
·04 de junho de 2026
Ancelotti projeta Brasil na Copa, analisa adversários e explica convocação de Neymar

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O técnico Carlo Ancelotti iniciou os trabalhos da Seleção Brasileira nos Estados Unidos visando a disputa da Copa do Mundo e já começou a analisar os adversários que o Brasil enfrentará na fase de grupos. Mesmo com o amistoso contra o Egito pela frente, o treinador destacou algumas características dos rivais e apontou Marrocos como a equipe mais difícil da chave.
Em entrevista ao ex-jogador e treinador Paulo Roberto Falcão, que estreou um programa no Canal do Duda Garbi, o treinador respondeu sobre as expectativas para o Mundial. Companheiros na Roma durante a década de 1980, os dois conversaram sobre a preparação da Seleção, e o italiano afirmou acreditar na capacidade do Brasil de conquistar a taça.
“Acho que sim (vamos ganhar). Quero criar uma expectativa alta nos meus jogadores. Quando a expectativa é alta, a motivação é maior”, disse.
“Marrocos é uma equipe muito bem organizada a nível defensivo, uma das equipes mais importantes da África, muito sólido defensivamente. Fazer gol no Marrocos não é tão fácil, tem que jogar bem na frente. Haiti e Escócia são equipes mais físicas, com menos qualidade individual que Marrocos, apoiam muito o jogo no aspecto físico”, analisou.
“As equipes mais fortes têm qualidades individuais extraordinárias, França, Brasil, Argentina é mais uma equipe sólida, Espanha e Portugal têm muita qualidade no meio-campo. Nesse sentido, são equipes com características diferentes”, completou.

Neymar está fazendo tratamento intensivo para se recuperar fisicamente – Foto: Divulgação/CBF
O treinador também comentou novamente a convocação de Neymar. Ancelotti explicou que decidiu chamar o camisa 10 após acompanhar sua sequência de partidas pelo Santos depois da Data Fifa de março. O italiano afirmou ter observado um bom nível de desempenho do atacante e ressaltou que, embora tenha ouvido muitos pedidos pela convocação nas ruas, tomou a decisão com base exclusivamente em critérios técnicos.
“O momento que ele começou a jogar com continuidade no Brasileiro. Assim, no último período, depois da data Fifa de Março, em abril ele jogou com continuidade e com um bom nível”, frisou.
“Sim, sentia (o clamor). Por todos os lados, estádios, aeroportos, restaurantes, tudo. Não (convocou por isso), certamente não. É normal, assim você pode entender como futebol é importante neste país. Dessa forma, acho que o amor que o povo tem pela Seleção é único. Não há nenhum outro país no mundo que tem esse amor pela Seleção. Neste aspecto, o Brasil é único”, finalizou.







































