Portal dos Dragões
·23 de setembro de 2026
André Villas-Boas defende arbitragem do Clássico e responde a Rui Costa: “Quando há unanimidade, a que se querem agarrar?”

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André Villas-Boas, presidente do FC Porto, defendeu a equipa de arbitragem do Clássico que terminou com uma vitória portista por 3-1 sobre o Benfica. Rejeitou qualquer influência do árbitro no resultado, respondeu às queixas de Rui Costa e apoiou-se no consenso entre especialistas para perguntar: “Quando há unanimidade, a que se querem agarrar?”
Num cenário marcado pelos protestos da estrutura benfiquista em torno dos lances polémicos no Estádio do Dragão, André Villas-Boas não alimentou dúvidas sobre o desempenho da arbitragem. O líder azul e branco reconheceu ao homólogo rival o direito de contestar, mas deixou claro que não encontra fundamento para colocar em causa o desfecho do encontro.
Interrogado sobre as críticas vindas do Benfica, Villas-Boas começou por enquadrar a posição de Rui Costa como uma defesa dos interesses do clube encarnado, sem prolongar o confronto institucional.
“Cabe ao presidente do Benfica fazer a defesa do que acha bem ou mal”, afirmou.
Quando a questão passou diretamente para a eventual influência da arbitragem no resultado, a resposta tornou-se mais taxativa.
“Não, de todo. Foi uma grande arbitragem”, garantiu.
O presidente do FC Porto sustentou depois essa leitura no consenso que identificou entre os principais especialistas e nas análises feitas após o apito final.
“Pela primeira vez, nos principais especialistas, tivemos unanimidade relativamente às decisões de arbitragem, incluindo ex-membros de comissões não permanentes da FPF vinculados à arbitragem”, sublinhou.
Foi a partir dessa unanimidade que Villas-Boas encerrou o tema, devolvendo aos contestatários uma pergunta sobre a base dos protestos.
“Quando há unanimidade, a que se querem agarrar?”, questionou.
A posição do dirigente portista ficou, assim, traçada sem ambiguidades: respeito pelo direito de Rui Costa defender a sua perspetiva, mas rejeição completa da ideia de que a arbitragem tenha condicionado o triunfo do FC Porto.







































