Revista Colorada
·07 de fevereiro de 2026
Antigo goleador do Internacional está na lista de esquecidos de Ancelotti na Seleção

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·07 de fevereiro de 2026

É tempo de Copa do Mundo. 2026 marca o ano de mais um mundial, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México. Assim, o Brasil segue em busca do Hexa, atrás da taça que não vem desde 2002. Para isso, Carlo Ancelotti tem a missão de comandar a amarelinha, para isso já tem sua lista de queridinhos e também de esquecidos.
Falanfo sobre o tema, entre os nomes que não tem chances com o italiano até o momento, temos um ex-jogador do Internacional. Centroavante com boa mobilidade e presença constante no ataque, o jogador vive fase positiva no Corinthians e, mesmo ainda não tendo sido convocado por Ancelotti, reúne características distintas das de outros atacantes da Seleção, como a participação ativa na recomposição defensiva.
Em quase dois anos defendendo o Internacional, Yuri Alberto não levantou troféus, mas teve papel relevante em campanhas expressivas do clube, como o vice-campeonato do Brasileirão de 2020. Ao todo, disputou 85 partidas, marcou 30 gols e distribuiu cinco assistências.
Na última temporada, balançou as redes 19 vezes e chegou a liderar a artilharia do Campeonato Brasileiro em determinado período, mas terminou a competição na quinta colocação, com 12 gols, atrás de Ademir (América-MG), Michael (Flamengo), Gilberto (Bahia) e Hulk (Atlético-MG).
O portal Bolavip fez uma lista de nomes que estão sendo esquecidos por Carlo Ancelotti. Como estamos próximos da Copa, que acontece no meio do ano, é difícil não imaginar que esses craques estão um passo atrás na briga por uma vaga entre os convocados para o próximo Mundial. Veja os nomes:
ENDRICK: Principal promessa do futebol brasileiro nos últimos anos, o atacante ainda não recebeu sua primeira convocação sob o comando de Ancelotti. No entanto, a eficiência dentro da área, especialmente nas atuações mais recentes à frente do Lyon, pode credenciar o cria do Palmeiras a figurar em uma próxima lista do treinador.
NEYMAR: Apesar do peso histórico com a camisa da Seleção, o camisa 10 ainda não foi chamado por Ancelotti, principalmente por questões físicas e de ritmo de jogo. Ainda assim, segue como um nome capaz de voltar a ser decisivo caso retome regularidade e alto nível competitivo.
PEDRO: Artilheiro e referência do Flamengo, o centroavante ainda não teve oportunidade com o técnico italiano, mas sua constância, presença na área e poder de finalização o colocam como uma alternativa forte para o comando de ataque visando a Copa.
IGOR THIAGO: Em ascensão no futebol europeu, o atacante se destaca pela força física, boa leitura de jogo e eficiência nas finalizações, credenciais que o tornam um nome interessante para o setor ofensivo da Seleção. Atualmente no Brentford, é o vice-artilheiro da Premier League, com 16 gols, atrás apenas de Erling Haaland, do Manchester City, que soma 20.
BREMER: Consolidado na Juventus, o zagueiro alia experiência internacional, qualidade no jogo aéreo e liderança. Mesmo sem estrear com o atual treinador, tem perfil adequado para partidas de alta exigência em um Mundial.
RAYAN: Jovem promessa revelada pelo Vasco e negociada com o futebol inglês, oferece velocidade e potência pelos lados do campo. É visto como uma aposta de médio prazo, com chances de ganhar espaço no radar da comissão técnica.
GABRIEL JESUS: Presença constante nas últimas Copas do Mundo, o atacante, que retornou recentemente de lesão, já demonstrou pelo Arsenal que pode voltar a ser uma opção relevante para a Seleção Brasileira.
A Seleção Brasileira volta a campo no dia 26 de março, em amistoso preparatório para a Copa do Mundo contra a França. No dia 31, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta a Croácia.

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