Jogada10
·11 de fevereiro de 2026
Antony admite jogar com dor no Betis: “Não uso como desculpa”

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·11 de fevereiro de 2026

Antony revelou, em entrevista à rádio espanhola Canal Sur, que vem atuando no sacrifício desde a partida contra o Getafe, disputada em 21 de dezembro, a última de 2025. Substituído aos 21 minutos do segundo tempo naquele jogo, o atacante revelou que sente dores constantes, mas reforçou que segue comprometido com a equipe.
Com 25 anos, o brasileiro enfrenta uma pubalgia. Contratado em definitivo após um período de empréstimo do Manchester United, ele admite que a falta de pré-temporada pesou no início do ciclo.
“Passei por um momento complicado por não ter feito a pré-temporada. Desde o jogo contra o Getafe, atuo com muito incômodo. É uma dor que atrapalha bastante. Tento render ao máximo, mas não é fácil”, explicou.
Mesmo assim, o brasileiro soma números expressivos em sua primeira temporada completa, com 19 gols e 13 assistências. Apesar do problema físico, Antony não cogita ficar fora. Ele garante que faz de tudo para continuar à disposição.
“Estou em tratamento direto. Não gosto de perder jogos. Muitas vezes quase não tenho tempo para me recuperar, e isso dificulta, mas não uso como desculpa. Me cuido muito para estar apto”, afirmou o ex-Ajax.
Segundo ele, a rotina tem sido intensa: sessões de tratamento pela manhã e à tarde, praticamente o dia inteiro dedicado à recuperação.
“O treinador sabe o quanto estou me esforçando para jogar”, acrescentou.

Antony em ação com a camisa do Betis – Foto: Mateo Villalba Sanchez/Getty Images
O atacante também fez questão de destacar o quanto está feliz no Betis. Para ele, a mudança para Sevilha foi “a melhor decisão” da carreira.
“Foi um ano incrível. Minha família está muito feliz aqui. Tenho orgulho de vestir essa camisa. Amo o clube e a cidade”, disse.
Antony ressaltou ainda o carinho da torcida como peça fundamental na adaptação.
“O diferencial é o povo, a forma como me receberam. O ambiente é leve, alegre, parece uma grande família. Isso me faz muito bem”, explicou.
Sobre a Seleção Brasileira, o jogador não esconde o sonho de disputar mais uma Copa do Mundo, mas mantém os pés no chão.
“Vestir a camisa do Brasil é algo especial, mas preciso fazer minha parte aqui. A seleção é consequência. Ou seja, se eu marcar gols, der assistências e ajudar o time a vencer, naturalmente as oportunidades vão aparecer. Meu foco está no clube, mas trabalho para disputar meu segundo Mundial”, concluiu.








































