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·04 de janeiro de 2026
Após ano de 80 jogos, saiba quantas vezes o Bahia pode jogar em 2026

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·04 de janeiro de 2026

O Bahia finalizou a última temporada com a conquista da vaga na fase prévia da Libertadores, o que antecipa as disputas de mata-mata do Bahia na competição já para o mês de fevereiro, buscando chegar na fase de grupos.
Após uma sequência intensa de partidas em 2025, com 80 partidas, o calendário de 2026 promete ser novamente desafiador para o elenco comandado por Rogério Ceni. Mesmo fora da disputa do Nordestão por estar garantido em uma competição continental, o Tricolor pode atingir a marca de 77 jogos disputados no ano, caso avance até as fases finais de todos os torneios em que está inscrito.
Já o mínimo de partidas na temporada é de 51 caso só acontece as fases iniciais de cada competição.
O caminho do Esquadrão começa no estadual e se estende por torneios de mata-mata que exigem um elenco robusto. Confira o detalhamento de partidas que o Bahia terá em 2026:
Baiano (10 de janeiro a 8 de março)
Série A 2026 (28 de janeiro a 2 de dezembro)
Copa Libertadores (18 de fevereiro a 28 de novembro)*
Copa do Brasil (18 de fevereiro a 6 de dezembro)
O número total de partidas pode sofrer variações a depender do desempenho do clube na Libertadores.
Caso o Tricolor seja eliminado na 3ª fase preliminar, ainda existe a possibilidade de disputar a Copa Sul-Americana, o que manteria o calendário preenchido com viagens internacionais e um número de até 19 datas, com a possibilidade de disputar o playoff contra um terceiro colocado da Libertadores.
Outra alternativa de migração para a Sul-Americana ocorre se o time alcançar a fase de grupos da Libertadores e encerrar sua participação na terceira colocação da chave. Nesse caso, o cenário também seria de 19 jogos, incluindo o playoff contra um segundo colocado da Sul-americana, como ocorreu em 2025.
Caso jogue a Sul-americana, o número pode chegar a 77 partidas.
Independentemente da competição, a meta da diretoria é elevar o nível competitivo apresentado no último ano. A ausência no Nordestão abre brechas importantes no calendário para treinamentos específicos, algo que Rogério Ceni valoriza para implementar variações táticas.









































