Após baliza zero, Botafogo mira fim da “bipolaridade” no Brasileiro | OneFootball

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·22 de abril de 2026

Após baliza zero, Botafogo mira fim da “bipolaridade” no Brasileiro

Imagem do artigo:Após baliza zero, Botafogo mira fim da “bipolaridade” no Brasileiro

Após 13 jogos, o Botafogo, enfim, terminou uma partida com clean sheet, a famosíssima baliza zero. Foram praticamente dois meses sofrendo gols em todos os embates até a vitória sobre a Chapecoense por 1 a 0, nesta terça-feira (21), no Estádio Nilton Santos, pelo jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Um motivo, claro, para celebração, além de uma trinca de vitórias com o técnico Franclim Carvalho. No entanto, o Glorioso precisa resolver, agora, outro problema. O da “bipolaridade” no Campeonato Brasileiro. Afinal, o Mais Tradicional ostenta, ao mesmo tempo, o melhor ataque e a pior defesa.

Contra o Internacional, às 18h30, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela rodada 13, o Botafogo entrará em campo com 22 gols marcados, número só igualado pelo líder Palmeiras, e com 22 contra, mesma marca de Remo e Chapecoense, times que ocupam as últimas posições da tabela. É uma equipe, portanto, que dialoga com os dois extremos da classificação, ainda em busca de uma identidade com o técnico Franclim Carvalho.


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“Posso ganhar todos os jogos por 4 a 3, 5 a 4, 6 a 5. Se ganharmos os jogos, está bom para mim”, iniciou, em tom bem-humorado, o treinador de Miranda do Corvo (POR), ao responder à pergunta da equipe de reportagem do Jogada10.

“Vamos melhorar”, promete o técnico do Botafogo

O comandante lusitano, no entanto, reconhece que este é mais um problema que a comissão técnica precisa atacar nos próximos dias de treinamento. No entanto, o Glorioso apresentou indicativos de melhora, principalmente ao passar 90 minutos com a defesa incólume, algo que não acontecia desde o 4 a 0 sobre o Cruzeiro, pela rodada 1 do Brasileirão, no Colosso do Subúrbio.

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Ferraresi é sinônimo de regularidade – Foto: Vitor Silva/Botafogo

“Não ficamos satisfeitos por ser um dos melhores ataques e uma das piores defesas. Mas vamos melhorar. É um processo coletivo. A responsabilidade não é só do goleiro, não é só da zaga, começa lá na frente, naqueles dois homens do ataque. Nós sabemos bem a causa dos gols com o Coritiba, as causas do gol da Chapecoense (no 4 a 1). Tentamos trabalhar muito com o vídeo, porém, o tempo é curto. Sabemos que não vamos controlar todos os jogos com a bola, como eu já disse”, explicou.

Qual é a melhor dupla?

Contra a Chapecoense, Franclim formou a defesa central pela primeira vez com Ferraresi/Bastos. Ele já tinha utilizado Ferraresi/Barboza e Bastos/Barbosa, a tradicional “dupla BB” de 2024. O técnico aproveitou a ocasião, então, para analisar o momento da defesa do Mais Tradicional.

“Gosto muito do Bastos. Os jogadores que estavam em 2024 tinham uma vantagem sobre os outros, porque eu já os conhecia. Não me surpreende o rendimento do Bastos e nem do Ferraresi. O mesmo vale para o Barboza. Esses zagueiros estão à frente dos outros, essa é a verdade. Mas temos Joias do Bairro para lançar. Qualquer um dos três pode jogar ou ficar fora. No último contra a Chape, ficou o Barboza, pela sequência de jogos”, arrematou o treinador lusitano.

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