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Revista Colorada

·29 de setembro de 2026

Após decisão do Conselho, Inter não irá antecipar as eleições

Imagem do artigo:Após decisão do Conselho, Inter não irá antecipar as eleições

A maioria do Conselho rejeitou nesta segunda-feira a proposta de antecipar o segundo turno eleitoral para antes do encerramento do Campeonato Brasileiro. Dos 151 conselheiros presentes, 107 votaram contra a antecipação e 74 a favor da mudança.

Com o resultado, o calendário permanece inalterado: o primeiro turno será em 9 de novembro, e o segundo, em 12 de dezembro, dez dias após o fim do Brasileirão. Essas eram as datas em vigor antes da reunião.Pontos-chave


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Pontos-chave da decisão do Conselho sobre antecipação do segundo turno

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A maioria do Conselho rejeitou a proposta de antecipar o segundo turno eleitoral.

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Dos 151 conselheiros presentes, 107 votaram contra e 74 a favor da antecipação.

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Com o resultado, o calendário permanece: primeiro turno em 9 de novembro e segundo turno em 12 de dezembro.

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Roberto Melo defendeu antecipar a eleição para 5 de novembro, argumentando por vantagem competitiva ao clube.

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Leonardo Aquino discordou, dizendo que antecipar desviaria foco e que manter a data era mais responsável.

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Três pré-candidatos seguem na campanha sem alteração do calendário: Melo, Aquino e José Amarante.

Por que alguns queriam antecipar

Roberto Melo, pré-candidato à presidência pela chapa do Movimento Inter Grande, defendeu que a eleição fosse realizada em 5 de novembro, logo após o fim do campeonato.

Em entrevista à Rádio Gaúcha antes da reunião desta segunda-feira, Melo explicou a proposta de antecipação. Ele argumentou que iniciar uma nova gestão rapidamente daria ao Inter vantagem competitiva sobre rivais que já estariam trabalhando enquanto o clube aguardasse a definição de sua liderança.

Melo avaliava que cada dia de espera atrasava decisões cruciais em um momento delicado para o clube. Ele questionava por que aguardar até dezembro se a competição nacional já teria terminado duas semanas antes.

Os argumentos contra a mudança

Leonardo Aquino, também pré-candidato à presidência, discordou publicamente da iniciativa durante o mesmo debate. Para ele, as disputas políticas internas desviavam o foco principal: afastar o Inter do risco de rebaixamento.

Aquino afirmou que antecipar o pleito também acirraria o debate natural de um processo eleitoral, justamente quando o Inter precisava de unidade dentro de campo. Na avaliação dele, manter a data original era a decisão mais responsável para o momento esportivo do clube.

O que vem pela frente

Além de Melo e Aquino, José Amarante disputa a presidência colorada. Os três pré-candidatos seguem na campanha, sem alteração do calendário definido pelo Conselho.

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