Fala Galo
·30 de abril de 2026
Após derrota histórica, Galo amanhece na lanterna de grupo da Sul-Americana

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·30 de abril de 2026

Por Jonatas Berto
Quebrar recordes é algo que pode ser feito tanto para o bem, quanto para o mal. E a derrota para o Cienciano, na última quarta (29), marcou o fim de uma série de “tabus”, sustentados pelo Atlético.
Para começar, foi a primeira derrota do Galo para times peruanos, em jogos oficiais. O clube já havia quebrado um tabu semelhante ao perder para o Puerto Cabello – primeiro revés contra venezuelanos. Agora, uma nova marca negativa passou a atormentar a torcida: o Atlético é lanterna do Grupo B da Copa Sul-Americana. Ou seja, está atrás de Cienciano, Puerto Cabello e Juventud de Las Piedras.
Além do desempenho ruim em um grupo fraco, o clube não controla mais o próprio destino na competição. Apenas os líderes de grupo avançam às oitavas, enquanto os segundos lugares ganham um “prêmio de consolação” – a classificação à fase de playoffs (16-avos de final). O Galo tem três pontos, enquanto o Juventud, atual segundo lugar, tem quatro. O Cienciano tem sete, e já tem a vaga como líder encaminhada.

Critérios de desempate na Sul-Americana são (em ordem): confronto direto, saldo de gols, gols marcados, menor número de cartões vermelhos, menor número de cartões amarelos, sorteio (Reprodução/Conmebol)
Três Finais
Se a primeira metade da disputa da fase de grupos foi desastrosa, a segunda pode (e deve) marcar a redenção do Alvinegro. Serão dois jogos em Belo Horizonte, e um confronto fora de casa contra o Juventud, que passou a ser direto. Se vencer todos os jogos, o Galo vai a 13 pontos, e precisará torcer por um tropeço do Cienciano para ser primeiro. Ou seja: para evitar mais um vexame histórico em 2026, o Atlético vai precisar abordar os jogos restantes como três “finais” (contra Cienciano, Juventud de Las Piedras e Puerto Cabello!).







































