Esporte News Mundo
·02 de abril de 2026
Após eliminação da Itália e pressão, Gravina deixa a presidência da federação

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Após muita pressão, Gabriele Gravina não é mais presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC) e renunciou ao cargo nesta quinta-feira (2). Seu anúncio aconteceu durante a reunião extraordinária dos membros do futebol italiano.
“Realizou-se hoje, na sede da FIGC em Roma, a reunião entre o presidente Gabriele Gravina e os presidentes das entidades federativas. No início da sessão, Gravina informou os principais representantes da Lega Calcio Serie A, Ezio Maria Simonelli; da Lega B, Paolo Bedin; da Lega Pro, Matteo Marani; da Lega Nazionale Dilettanti, Giancarlo Abete; da Associação Italiana de Jogadores de Futebol, Umberto Calcagno; e da Associação Italiana de Treinadores de Futebol, Renzo Ulivieri, de que havia renunciado ao cargo que lhe fora confiado em fevereiro de 2025 e de que havia providenciado a convocação da Assembleia Extraordinária Eleitoral da FIGC para o próximo dia 22 de junho, em Roma. A data foi definida em total conformidade com o Estatuto Federal e para garantir à nova direção a conclusão do processo de inscrição nos próximos campeonatos profissionais.”, explicou a FIGC.
Segundo a emissora “Sky Sports”, as eleições para definir o próximo presidente serão realizadas no próximo dia 22 de junho. No entanto, Giovanni Malagò, ex-presidente da CONI, e Giancarlo Abete, atual presidente da LND e ex-presidente da FIGC entre 2007 e 2014, surgem como favoritos.
A pressão sobre o cargo de Gabriele Gravina começou logo após a Itália perder nos pênaltis para a Bósnia e ficar fora da sua terceira Copa do Mundo seguida. Por conta disso, o mandatário vinha sendo pressionado para renunciar ao cargo por políticos de partidos de extrema direita e extrema esquerda, além de presidentes de clubes.

Gabriele Gravina durante coletiva de imprensa (Foto: Paolo Bruno/Getty Images)
Ainda de acordo com a “Sky Sports”, o técnico Gennaro Gattuso está pronto para entregar o cargo. Por outro lado, a federação já começa a traçar os planos de sucessão com Antonio Conte, atual técnico do Napoli e ex-técnico da Itália, e Massimiliano Allegri, atual técnico do Milan, surgem como os principais favoritos.









































