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Revista Colorada

·14 de março de 2026

Após profissionalização, esses serão os salários dos árbitros do Brasileirão

Imagem do artigo:Após profissionalização, esses serão os salários dos árbitros do Brasileirão

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu um novo passo rumo à profissionalização da arbitragem no país. Na sexta-feira (6/3), a entidade enviou contratos para 72 profissionais — entre árbitros, assistentes e responsáveis pelo VAR — oficializando o Programa de Arbitragem Profissional para 2026.

Com a assinatura, os selecionados passam a receber salário fixo já a partir deste mês de março, além de remuneração variável por partida a partir da sexta rodada do Campeonato Brasileiro Série A. Pelo novo modelo, os clubes deixam de pagar diretamente os árbitros escalados.


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Em vez disso, os valores serão repassados mensalmente à CBF, que centralizará os recursos no Fundo Anual de Desenvolvimento da Arbitragem. Esse fundo também será utilizado para financiar programas de formação e capacitação da categoria.

Valores dos salários

A remuneração varia de acordo com a categoria dos profissionais:

  • Árbitro central FIFA: R$ 22 mil fixos e R$ 5,5 mil por jogo
  • Árbitro central CBF: R$ 16 mil fixos e R$ 4 mil por partida
  • Assistentes e árbitros de vídeo FIFA: R$ 13,2 mil fixos e R$ 3,3 mil por jogo
  • Assistentes e VAR da CBF: R$ 10 mil fixos e R$ 2,5 mil por partida

Além disso, todos os árbitros terão direito a bônus por desempenho. O investimento total previsto pela CBF é de cerca de R$ 195 milhões no biênio 2026/2027. Para o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, a iniciativa representa um marco para a categoria. “A profissionalização é algo que todas as gerações da arbitragem de futebol desejavam e sonhavam”, afirmou.

Entre torcedores do Internacional, a presença de nomes como Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio entre os mais bem remunerados do programa gerou críticas.

Entre os 20 árbitros profissionais incluídos no programa estão: Anderson Daronco, Bráulio da Silva Machado, Edina Alves Batista, Ramon Abatti Abel, Raphael Claus, Rafael Rodrigo Klein e Wilton Pereira Sampaio, entre outros.

O programa também inclui 40 assistentes e 12 árbitros de vídeo, ampliando a estrutura profissional da arbitragem nacional e marcando uma nova fase para a gestão dos árbitros no futebol brasileiro.

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