Jogada10
·27 de junho de 2026
Após sequência de rasgos, Puma defende uniformes usados na Copa do Mundo

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·27 de junho de 2026

A Puma saiu em defesa dos uniformes utilizados por suas seleções na Copa do Mundo 2026 depois de registrar cinco casos de camisas rasgadas durante a fase de grupos. Os episódios envolveram jogadores de República Tcheca, Paraguai, Egito, Gana e Marrocos.
A fabricante alemã criou os uniformes com tecnologia para deixar as camisas mais leves e garantir mais conforto aos atletas. Segundo a empresa, os modelos utilizam tecidos ultraleves que favorecem a mobilidade, a ventilação e o controle da umidade.
No entanto, a marca admitiu que o futebol impõe situações de contato intenso e que, em determinadas disputas, os uniformes podem sofrer danos. Ainda assim, a Puma ressaltou que os rasgos não interferem no rendimento dos jogadores em campo.

Uniformes rasgados da Puma na Copa: uma cena comum – Foto: Reprodução/CazeTV
“Como o futebol é um esporte de alto contato, as peças de roupa podem ser afetadas quando as camisas são submetidas a forças severas ou estresse físico extremo”, informa um trecho do comunicado emitido pela empresa nesta sexta (26).
O primeiro caso, aliás, aconteceu com o tcheco Pavel Sulc, que teve a camisa rasgada diante da Coreia do Sul. Depois, o paraguaio Gustavo Gómez, o egípcio Ziko, o ganês Yirenkyi e o marroquino El Aynaoui também precisaram trocar de uniforme.
Patrocinadora de 11 seleções no Mundial, a Puma, inclusive, afirmou que a busca por peças mais leves atende a um pedido dos próprios atletas e reforçou que continuará priorizando desempenho e conforto no desenvolvimento de seus uniformes.







































