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·05 de fevereiro de 2026
Após título da Copa Fictor, Palmeiras abre portas para atletas de Burkina Faso

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·05 de fevereiro de 2026

Na última quinta-feira, o Palmeiras conquistou o título da primeira edição da Copa Fictor Sub-17. Jogando na Arena Crefisa Barueri, as Crias da Academia venceram Burkina Faso por 1 a 0 e garantiram a taça do torneio promovido pelo próprio clube alviverde. Após o fim da competição, três jogadores da seleção africana foram integrados para treinos no Verdão.
Os três atletas da seleção Sub-17 de Burkina Faso vão passar por um período de treinamentos no Palmeiras. Eles que foram destaques na Copa Fictor e chamaram muita atenção do departamento de scout alviverde. Os nomes são Mohamed Konaté, Lionel Soubeiga e Chérif Traoré.
Segundo o portal 'Planeta Palmeiras', além desses três, o Verdão acompanha de perto outros sete jovens talentos que disputaram a Copa Fictor. Ibrachina, Cruzeiro, Internacional, São Paulo, Guarani, Azuriz, Santos, Jacuipense, RB Salzburg, Retrô e RB Bragantino foram outros times participantes.
Apesar da iniciativa com o torneio de base, que, aparentemente, parece já render frutos, a Fictor, patrocinadora do torneio, não terá mais parceria com o Palmeiras.
A diretoria do Palmeiras optou pela rescisão do vínculo com o grupo depois que a empresa deixou de cumprir cláusulas contratuais e ingressou com pedido de recuperação judicial. As dificuldades financeiras, ligadas ao caso Banco Master, ativaram dispositivos previstos no acordo e levaram o clube alviverde a adotar medidas preventivas para se resguardar.
No processo de recuperação judicial, a Fictor cita um débito que inclui a última parcela do patrocínio ao Palmeiras, além de valores referentes a bônus condicionados ao desempenho esportivo. Os pagamentos estavam programados para o mês de janeiro, mas acabaram não sendo realizados.
A parceria entre Palmeiras e empresa havia sido firmada em março de 2025, em um contrato de três anos, com opção de prorrogação por mais uma temporada. Pelo acordo, o clube receberia R$ 30 milhões por ano, sendo R$ 25 milhões fixos e R$ 5 milhões atrelados ao cumprimento de metas.
A marca era exibida nas costas dos uniformes das equipes masculina e feminina, além de ocupar o posto de patrocinadora máster das categorias de base.








































