Esporte News Mundo
·09 de junho de 2026
Argentina terá mais técnicos na Copa do Mundo que qualquer outro país

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·09 de junho de 2026

Argentina chegará à Copa do Mundo de 2026 defendendo o título conquistado no Catar e carregando outra marca importante fora das quatro linhas. O país será o mais representado entre os treinadores da competição, com seis técnicos comandando seleções no Mundial.
Conforme indicado por levantamento da 365 Scores, além de Lionel Scaloni (foto de capa), responsável pela seleção argentina, outros cinco treinadores nascidos no país estarão à frente de equipes classificadas para o torneio: Gustavo Alfaro (Paraguai), Sebastián Beccacece (Equador), Marcelo Bielsa (Uruguai), Néstor Lorenzo (Colômbia) e Mauricio Pochettino (Estados Unidos).

Mauricio Pochettino treina os Estados Unidos, um dos anfitriões do Mundial (Foto: David Ramos/Getty Images)
O número coloca a Argentina na liderança isolada entre os países formadores de treinadores presentes na Copa do Mundo. A forte tradição do futebol argentino e a constante exportação de profissionais para diferentes mercados ajudam a explicar o domínio no ranking.
A segunda colocação pertence à França, que contará com cinco treinadores no torneio. Entre eles estão Didier Deschamps, multicampeão com os Bleus, e Rudi Garcia (Bélgica). Logo atrás aparece a Espanha, com quatro representantes.
Alemanha e Itália também terão presença significativa nos bancos de reservas, com três treinadores cada comandando seleções classificadas para o Mundial.
Enquanto a Argentina lidera o levantamento, o Brasil aparece em situação oposta. Pela primeira vez na história de uma Copa do Mundo, não haverá nenhum treinador brasileiro comandando seleções participantes da competição.
A própria Seleção Brasileira será dirigida por um estrangeiro. O responsável pelo time canarinho será Carlo Ancelotti, marcando um momento histórico para o futebol nacional.
Tradicional exportador de treinadores e referência mundial na formação de profissionais, o Brasil vê a edição de 2026 registrar uma mudança significativa no cenário dos bancos de reservas, enquanto os argentinos ampliam sua influência técnica dentro da principal competição de seleções do planeta.
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