Arrascaeta não deve estar pronto para estreia na Copa do Mundo, alerta fisioterapeuta | OneFootball

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Jornal do Fla

·30 de abril de 2026

Arrascaeta não deve estar pronto para estreia na Copa do Mundo, alerta fisioterapeuta

Imagem do artigo:Arrascaeta não deve estar pronto para estreia na Copa do Mundo, alerta fisioterapeuta

A fratura na clavícula de Arrascaeta caiu como uma bomba no Flamengo e na Seleção Uruguaia, que conta com o craque para a Copa do Mundo. Pensando nisso, o Jornal do Fla buscou um especialista para abordar o tema.

Conversamos com o fisioterapeuta Hector Pelerano, e ele confirma: o prazo inicial para esse tipo de lesão, para atletas de alto rendimento, é de 45 dias. No entanto, ele lembra que Montoro voltou poucos dias antes no Botafogo. Se a recuperação for um sucesso, o craque pode ter uma recuperação ainda mais acelerada.


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“Temos um prazo de seis semanas a 45 dias sendo mínimo. Mas temos relatos de antecipação: Álvaro Montoro, do Botafogo, voltou em torno de 41, 42 dias. É diferente de quando a gente fala de quem não é atleta profissional. Aí tratamos de uma forma cautelosa e vai levar dois, três meses para recuperar. Mas como é um atleta de alto rendimento, considerando que tem Copa do Mundo, que pode ser a última dele, acredito que vão fazer esse esforço para ele voltar nesse prazo mínimo”, inicia.

Hector, porém, avisa: Arrascaeta pode não conseguir iniciar a Copa do Mundo, que se inicia em 11 de junho. O especialista acredita mais em um retorno ao longo da competição.

“Particularmente, não acredito que ele esteja apto para o início do Mundial. Mas como essa primeira fase é mais tranquila nesse início, acredito que deva ser convocado e esteja apto para atuar no final da fase de grupos, possivelmente, ou iniciar na segunda fase”, afirma.

Por que o Flamengo decidiu operar Arrascaeta

Hector dá maiores explicações sobre esse tipo de lesão, e aponta que a decisão cirúrgica é acertada. Isso porque o jogador pode seguir fazendo trabalhos aeróbicos e em máquinas de academia para manter o nível físico, o que ele não conseguiria se fosse forçado a parar as atividades por conta do tratamento conservador. A decisão, portanto, é estratégica.

“Considerando o procedimento cirúrgico… Quando uma fratura é completa, e dependendo do tipo da fratura, o ideal é que fosse cirurgia mesmo. Quando uma fratura é simples, não é completa, não tem desvio, pode se optar pelo tratamento conservador. Imobilizar e esperar. Só que essa opção conservadora exigira um nível de mobilização que deixaria ele muito limitado nos movimentos”, explica.

Com a cirurgia localizada, Arrascaeta pode manter um ritmo mínimo de atividades no Ninho do Urubu mesmo se recuperando do procedimento.

“A opção pela cirurgia é por que consegue fazer uma fixação onde ele também pode fazer algumas atividades para que não perca totalmente o condicionamento físico dele. Com essa cirurgia, e a fixação metálica que devem colocar, ele deve poder, por exemplo, fazer exercícios nas máquinas de academia para membros inferiores, para as pernas. Talvez, de início, ele consiga manter um fortalecimento leve para o membro não operado, no caso o lado esquerdo, e fazer uma atividade aeróbica como a bicicleta. Manter um bom apoio na coluna, para não exigir demais do lado operado e ele consegue manter um mínimo condiciomanto físico”, conclui o especialista.

Arrascaeta busca recuperação para a Copa do Mundo e para a continuidade da temporada no Flamengo. Agora, resta aguardar o ritmo da recuperação. Ao menos, a notícia de que ele não deve voltar totalmente sem ritmo por conta da manutenção de atividades físicas é um começo animador.


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