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·18 de setembro de 2026

Artur: “O FC Porto está muito forte coletivamente, tem tudo para derrotar o Benfica”

Imagem do artigo:Artur: “O FC Porto está muito forte coletivamente, tem tudo para derrotar o Benfica”

Artur olha para o clássico de domingo entre FC Porto e Benfica com a memória de quem viveu vários duelos desta dimensão e a convicção de quem vê os portistas preparados para vencer. A partir do Brasil, o antigo avançado destacou a força coletiva da equipa de Francesco Farioli, a importância do Dragão e alguns dos nomes que mais o impressionam no plantel. E garantiu: “Vou torcer muito para que o FC Porto possa vencer”.

Na antevisão de um encontro que pode pesar na corrida do campeonato, Artur traçou um retrato elogioso da equipa azul e branca. A mensagem é clara: vê um FC Porto unido, seguro das suas ideias e capaz de transformar a força do coletivo numa vantagem diante do Benfica.


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Questionado sobre as expectativas para o clássico, o antigo avançado não escondeu a confiança na resposta portista. Artur associou a equipa atual a uma das marcas que identifica no FC Porto: a ligação entre jogadores e a capacidade de compreender rapidamente a exigência do clube.

“Vejo um FC Porto muito forte coletivamente. Na equipa do meu tempo, os jogadores tinham muita confiança uns nos outros, e vejo a equipa atual do FC Porto nesse caminho, com um treinador que parece que já conhecia aquela casa há muito tempo, uma pessoa que chegou tranquila, mas que entendeu depressa a mística do nosso clube.”, destacou. “O FC Porto é o líder do campeonato e tem possibilidades de deixar outro grande candidato ao título a uma distância boa na classificação. Acredito que o FC Porto tem tudo para derrotar o Benfica, ainda para mais a jogar no Dragão, uma casa onde o FC Porto dificilmente perde pontos. Vou torcer muito para que o FC Porto possa vencer”

Na leitura de Artur, o clássico não se decide apenas pela qualidade individual, mas também pela solidez de uma equipa que reconhece como coesa. O fator casa surge, por isso, como um argumento central na confiança depositada nos portistas.

Quando a conversa passou pelos jogadores de que mais gosta na equipa de Francesco Farioli, Artur apontou quatro nomes. Diogo Costa, Froholdt, William Gomes e Pepê mereceram destaque, por razões que vão da qualidade reconhecida à proximidade afetiva.

“Sou muito fã do nosso guarda-redes, um guarda-redes de nível mundial, não sei até quando ele permanecerá no FC Porto… Sou também muito fã do nosso camisola 8, o Froholdt, é o líder do nosso meio-campo. Um jogador que chegou discretamente, desconhecido para muita gente, mas que se tem afirmado como um grande jogador.”, lembrou. “E os meus compatriotas, o William e o Pepê, são os meus jogadores prediletos, estão num grande momento. Sou fã dos dois, torço muito pelos dois, e tive o privilégio de os abraçar na conquista da Supertaça, este ano, em Coimbra. Ainda recebi a camisola do Pepê para o meu neto. A força do FC Porto sempre foi o coletivo e depois há aqueles jogadores que dão algo mais à equipa”

As escolhas de Artur voltam a desembocar na mesma ideia: o coletivo é a base, mas há jogadores capazes de acrescentar um detalhe diferente. Entre a baliza, o meio-campo e o ataque, o antigo avançado encontra sinais de uma equipa que considera forte e pronta para o desafio.

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