Jogada10
·13 de março de 2026
Associativo do Botafogo perde a paciência com Textor

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·13 de março de 2026

A paciência do quadro associativo do Botafogo com John Textor se esgotou. A gota d’água, desta vez, foi a eliminação do Botafogo na terceira fase preliminar da Copa Libertadores, na última terça-feira (10), com a derrota para o Barcelona do Equador por 1 a 0, em pleno Estádio Nilton Santos. A informação é do jornal “O Globo”. Mas a relação do social com o sócio majoritário da SAF do Glorioso já tinha azedado, aliás, bem antes.
Dono de 10% da SAF, o associativo, como sócio minoritário, entende que o empresário norte-americano não reúne mais condições de comandar o futebol do Botafogo, apesar da gratidão pelos títulos do Brasileirão e da Libertadores, em 2024.

João Paulo Magalhães Lins – presidente do Botafogo – John Textor – dono da SAF do Botafogo – Foto: Reprodução
A alta cúpula do associativo do Botafogo, comandada pelo presidente João Paulo Magalhães, aconselha Textor a vender suas ações no clube para um novo investidor. Este movimento minimizaria a crise nos bastidores. O ideal, para a parte minoritária, é que o Godfather evite negócio com a Ares e encontre uma “terceira via”. O fundo de investimento é credor da Eagle Football Holdings, empresa da qual o big boss foi afastado do poder por seus pares nos tribunais.
O social ainda teme que John Textor arrume um novo transfer ban para o Botafogo. No fim de dezembro de 2025, o clube foi impedido de registrar novos reforços por conta de uma dívida com o Atlanta United (EUA) pelo meia Almada, hoje no Atlético de Madrid. O clube resolveu a questão apenas no mês passado, mas disputou a Libertadores sem alguns nomes que chegaram depois da punição da Fifa. Há, assim, um temor de que a SAF, com o Godfather no comando, não honre seus compromissos.
Textor segue à frente do Botafogo por conta de uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro enquanto o arbitral da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aprecia e julga a disputa do controle da SAF do Mais Tradicional entre o empresário e a própria Eagle.
Membros da facção Fúria Jovem visitaram o elenco do Botafogo nesta quinta-feira (12), no Espaço Lonier. Eles cobraram os líderes do elenco, como Marçal, Telles, Allan, Vitinho e Barboza, além dos diretores Léo Coelho e Alessandro Brito. Apesar das queixas acentuadas do grupo, o protesto foi pacífico.









































