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·04 de agosto de 2026
Athletico manda dentro de casa, bate o Vitória e abre vantagem na Copa do Brasil

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O Athletico sai na frente em busca de uma vaga nas quartas da Copa do Brasil. Em casa, o Furacão foi superior ao Vitória e venceu por 2 a 0, com direito a ampla superioridade na reta final, em decorrência de uma expulsão do Leão, para abrir boa vantagem.
As equipes voltam a se enfrentar nesta quinta-feira (6) no Barradão, às 20h, pelo jogo de volta.
Mesmo na Arena do Baixada, foi o Vitória que ameaçou estufar as redes primeiro. E logo no comecinho: aos três minutos, Renê deu belo drible de corpo em contragolpe, saiu com liberdade, ficou cara a cara com Santos e bateu na saída do goleiro, mas a bola caprichosamente pegou na trave.
Em resposta, apenas cinco minutos depois, o Athletico não perdoou. Leozinho recebeu na direita e ligou João Cruz no meio, que limpou Luan Cândido, ajeitou para a canhota e bateu firme e rasteiro. Lucas Arcanjo mostrou bom reflexo, mas não defendeu o petardo do camisa 8.
O CAP, que já era superior, seguiu sem dar fôlego ao Leão. Mendoza bateu sem ângulo e parou em Arcanjo, Viveros não se antecipou ao goleiro em levantamento na área, na primeira tentativa, e exigiu boa defesa do arqueiro, na segunda. Os donos de casa eram amplamente superiores.
A segunda etava estava truncada. O Vitória já tinha mais posse em comparação ao primeiro tempo, mas não chegava perto do gol adversário, enquanto o Furacão era paciente e tinha o jogo na mão. E a situação ficou mais favorável ao clube paranaense quando Martínez viu o segundo cartão amarelo por falta em Léo Derik.
Dai em diante, o clube mandante voltou a ser amplamente superior. Com um jogador a mais, os comandados de Odair Hellmann abriram espaços e foram recompensados: com 21, Luan Cândido cortou mal um lançamento, Viveros retomou e serviu Dudu, que bateu alto no meio da área e ampliou.
A reta final do jogo foi de ataque contra defesa. A equipe visitante pouco podia fazer a não ser se defender com todas as forças, enquanto o CAP insistia nos levantamentos na área e na troca de passes buscando espaços. Foi assim que Jorge Rivaldo teve duas boas chances, uma em cruzamento rasteiro e outra em chute forte, mas não conseguiu o terceiro.







































