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Revista Colorada

·04 de abril de 2026

Atleta em baixa consegue mudar o jogo e vira xodó de Pezzolano no Inter

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O volante Bruno Henrique ganhou destaque nos bastidores do Internacional na última terça-feira (31). Aos 36 anos, o jogador mudou seu status dentro do elenco e passou de opção secundária a peça importante sob o comando de Paulo Pezzolano.

Segundo a GZH, o camisa 8 teve papel relevante nas recentes vitórias do Colorado. Atuando ao lado de Villagra, formou o meio-campo e apresentou bom desempenho nos triunfos sobre o Santos (2 a 1) e a Chapecoense (2 a 0).


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Bruno Henrique se destaca principalmente pela contribuição ofensiva. Mesmo concorrendo com Paulinho Paula, reforço da temporada, o veterano apresenta características diferentes que podem jogar a seu favor.

Fator que pesa em favor de Bruno Henrique no Internacional

Enquanto Paulinho se sobressai pela intensidade física, cobertura de espaços e maior participação defensiva, Bruno Henrique aposta na qualidade técnica e na distribuição de jogo, sendo uma opção mais voltada à criação.

Pezzolano, inclusive, destacou a versatilidade do setor: “Podemos atuar com três volantes, como contra o Santos, ou com dois, como diante da Chapecoense. Vamos alternar. Há muita disputa por posição, todos estão trabalhando bem. Bruno Henrique e Villagra ganharam confiança e tiveram boas atuações”.

No clube desde 2023, Bruno Henrique soma 146 partidas, com 10 gols e sete assistências. O volante está em seu último ano de contrato com o Internacional, e o futuro ainda segue indefinido.

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Créditos: Ricardo Duarte/Internacional

Paulo Pezzolano trouxe mudanças e recuperou jogadores no Colorado

O Internacional, que vinha acumulando erros defensivos e desperdiçando oportunidades, apresentou uma postura diferente nas últimas partidas. Embora ainda encontre dificuldades na finalização, a equipe ganhou em eficiência e consistência, refletindo diretamente na melhora na tabela do Brasileirão e em um ambiente mais tranquilo para Paulo Pezzolano.

A evolução passa por mudanças táticas e também pela recuperação de jogadores pouco utilizados. Nos seis primeiros jogos da competição, período em que não venceu, o time marcou apenas três gols e sofreu oito. Já nos dois compromissos mais recentes, balançou as redes quatro vezes e foi vazado apenas uma, conquistando duas vitórias.

A reação começou após alterações feitas na partida contra o Santos, na Vila Belmiro. Pressionado, Pezzolano promoveu sete mudanças na equipe e adotou o esquema com três zagueiros (5-3-2), vencendo por 2 a 1, em duelo que contou com a presença de Neymar. Na sequência, diante da Chapecoense, o time voltou a vencer, por 2 a 0, com os retornos de Gabriel Mercado, Alan Patrick e Jhon Arias Carbonero.

Além da mudança de sistema, houve ajustes de função. Vitinho passou a atuar mais recuado, como ala, enquanto Bruno Gomes integrou a linha de três zagueiros. Matheus Bahia assumiu o lado esquerdo, e Villagra formou dupla de volantes com Bruno Henrique.

Entre os nomes “resgatados”, Villagra se destacou. Após não atuar nos quatro jogos anteriores, assumiu a titularidade contra o Santos, ajudou a conter Neymar e voltou a ter boa atuação diante da Chapecoense.

O próprio Bruno Henrique também ganhou espaço, contribuindo inclusive com a cobrança de escanteio que originou um gol na vitória sobre o Santos. Outro que voltou a aparecer foi Thiago Maia, que ficou mais de um mês sem jogar antes de ser acionado nas últimas partidas.

Pezzolano ainda busca ampliar as opções do elenco, mantendo jogadores como Allex e Juninho no radar, além de aguardar a recuperação de Clayton Sampaio e Benjamin Arhin.

Outro ponto importante da evolução foi a mudança na saída de bola. A equipe adotou uma postura mais direta, evitando riscos próximos da área e priorizando lançamentos quando necessário, estratégia que ajudou a reduzir erros sob pressão. Com os resultados positivos, o clima no Beira-Rio ficou mais leve. Agora, o treinador aproveita o período sem jogos para ajustar o modelo de jogo e corrigir falhas.

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