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·12 de fevereiro de 2026

Atlético atropela Barça, impõe pior derrota de Flick e coloca um pé e meio na final da Copa do Rei

Imagem do artigo:Atlético atropela Barça, impõe pior derrota de Flick e coloca um pé e meio na final da Copa do Rei

O Atlético de Madrid atropelou o Barcelona no Metropolitano com um incontestável 4 a 0, construído ainda no primeiro tempo, para encaminhar vaga na decisão da Copa do Rei.

Foi a pior derrota de Hansi Flick no comando dos Blaugrana e a maior goleada colchonera na história do clássico (igualando resultados iguais nas décadas de 1940 e 1980). 


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O Barça precisará de uma senhora reviravolta na Catalunha para reverter o quadro e chegar na decisão. Na outra semifinal, a Real Sociedad saiu na frente do Athletic no clássico basco. 

Atropelo colchonero

O Atlético de Madrid teve a primeira grande chance do jogo. Griezmann recebeu pelo meio e, com belo toque, deixou Giuliano Simeone na cara do gol. Mas Joan García se agigantou para fazer a defesa e evitar o gol. 

Aos seis minutos, porém, o gol surgiu de uma trapalhada absurda da defesa catalã. Eric García buscou recuo para Joan García, a bola quicou e o goleiro falhou, sem conseguir evitar que ela caminhasse até ultrapassar a linha. Lookman ainda mandou para a rede na sequência, mas o gol foi mesmo contra. 

O segundo gol saiu ainda com 13 minutos, com um Atleti soberano em campo. Musso fez lançamento em velocidade para Lookman, que temporizou para a chegada de Álvarez. O argentino virou para Molina, que deixou na área para Griezmann, com a categoria de sempre, marcar contra o ex-clube. 

O Barça quase voltou ao jogo através da bola parada, e Fermín, ficando com sobra na área, acertou o travessão. O lance poderia ter mudado a história do jogo, mas não mudou. O que se viu a partir daí foi um atropelo. Os Colchoneros só não fizeram 3 a 0 com Julián, após contragolpe puxado por Molina, porque Koundé evitou quase em cima da linha. 

Cada contragolpe rojiblanco era um desespero para a zaga barcelonista. Até que veio o terceiro gol, em mais um ataque rápido com bola de pé em pé. Giuliano Simeone fez a ultrapassagem para recebe de Griezmann na direita e deixou na área para Julián, que rolou para Lookman bater de chapa e abrir 3 a 0. 

Foi usando a mesma forma que o Atleti foi para o intervalo com uma goleada. 4 a 0 e um baile no Metropolitano. Molina apareceu novamente pela direita, cruzou do outro lado para Lookman, e o nigeriano ajeitou para Julián bater com raiva, sem chance para o goleiro. Um atropelo. 

Sem reação

Depois de uma completa chacoalhada no primeiro tempo, o Barcelona voltou para a segunda parte não com a ambição de evitar a derrota, mas com o objetivo de se manter vivo na eliminatória. Logo no início, Fermín colocou Musso para trabalhar mostrando que o jogo seria outro. Na sequência Cubarsi, no rebote de chute de fora de Fermín, mandou para a rede. Mas o lance foi anulado por impedimento após uma longa revisão do VAR. 

Com o passar do tempo, porém, a pressão catalã foi arrefecendo. Com blocos mais baixos, o Atlético se protegeu mais para assegurar a grande vantagem para o jogo do Camp Nou sem muitos sustos. 

Já perto do fim, Eric Garcia parou Baena em contragolpe e acabou expulso de campo. Com um a mais, o Atleti quase chegou ao quinto com gol Sorloth, mas um leve desvio de Koundé evitou o gol. Ainda assim, Diego Simeone está com um pé e meio na final. 

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