Fala Galo
·29 de agosto de 2026
Atlético x Vitória: prováveis times, desfalques e tudo sobre o duelo da 25ª rodada do Brasileirão

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·29 de agosto de 2026

Foto: Pedro Souza / Atlético
Por: Thiago Florêncio
O Atlético recebe o Vitória neste sábado (29), às 18h30, na Arena MRV, em Belo Horizonte, em confronto válido pela 25ª rodada do Brasileirão. A partida tem transmissão do Premiere (Pay-Per-View). As equipes vivem momentos opostos na temporada, e a bagagem recente de cada uma ajuda a explicar o que se espera para o sábado.
Como chega o Atlético: invencibilidade recente, mas foco dividido com a Copa do Brasil
O Galo empatou por 1 a 1 com o Cruzeiro, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, e também ficou no 0 a 0 diante do Internacional, fora de casa, pela última rodada do Brasileirão. Ocupa a nona colocação, com 33 pontos, e não perde há 12 jogos.
A expectativa é que Eduardo Domínguez poupe parte do time considerado titular, de olho no clássico contra o Cruzeiro, na terça-feira (2). O departamento médico segue cheio: o goleiro Everson trata um trauma no pé esquerdo, Ruan Tressoldi cumpre protocolo de concussão, Lyanco lida com ruptura da fáscia plantar do pé esquerdo, Léo Duarte se recupera de lesão na região posterior da coxa direita e Igor Gomes trata estiramento no ligamento do pé direito. Nenhum dos cinco enfrenta o Vitória.
Do lado das boas notícias, Victor Hugo foi liberado pelo DM após edema no músculo adutor da coxa direita e volta a ser opção. Tomás Pérez é o único pendurado do elenco, e o Atlético não tem jogadores suspensos para o duelo.
Na defesa, Natanael deve retornar ao time titular, formando trio com Vitão, que teve boa atuação no clássico, e Vítor Hugo. A maior dúvida está no ataque, setor em que Barba Domínguez tem promovido rodízio constante: Reinier e Thiago Borbas disputam posição entre os titulares.

Sendo assim, o provável Atlético tem: Gabriel Delfim; Natanael, Vitão, Vitor Hugo e Kauã Pascini; Tomás Pérez, Mamady Cissé, Angelo Preciado e Victor (Gustavo Scarpa); Alan Minda e Reinier (Thiago Borbas). Técnico: Eduardo Domínguez.
Como chega o Vitória: sequência ruim de resultados, mas com retornos importantes
O Vitória chega pressionado. Perdeu para o Vasco da Gama por 1 a 0, fora de casa, pela Copa do Brasil, e também foi derrotado no Brasileirão, desta vez no clássico Ba-Vi, por 2 a 0. O time baiano é o 12º colocado, com 29 pontos, cinco a mais que o Mirassol, primeiro time na zona de rebaixamento.
O clube conseguiu efeito suspensivo para o zagueiro Cacá, que reaparece como opção para o confronto. Outro nome que retorna é o atacante Diego Tarzia, que cumpriu suspensão e ficou de fora da derrota para o Vasco.
A lista de lesionados, porém, é extensa: Gabriel Baralhas trata fissura óssea, Camutanga tem fratura no pé esquerdo, Edu sofreu ruptura completa do tendão de Aquiles do pé esquerdo, Nathan Mendes rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, Ruben Ismael passou por cirurgia no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo e Dudu enfrenta espondilolistese grau 3, quadro em que a quinta vértebra lombar escorrega entre 50% e 75% sobre a primeira sacral.

Sendo assim, o provável Vitória tem: Lucas Arcanjo; Fabiano (Cacá), Brítez, Luan Cândido e Ramon; Caíque, Martínez e Zé Vitor; Matheuzinho (Diego Tarzia), Erick e Renê. Técnico: Jair Ventura.
Retrospecto: vantagem histórica do Galo diante do Vitória
Atlético e Vitória já se enfrentaram 63 vezes, sendo 53 delas pelo Brasileirão. O retrospecto geral aponta 27 vitórias do Galo, 18 empates e 18 triunfos do time baiano. Somente pelo Brasileirão, os números são 22 vitórias alvinegras, 16 empates e 15 vitórias do Vitória.
Em Belo Horizonte, o domínio é ainda maior: o Atlético venceu 16 vezes e perdeu apenas duas. O primeiro confronto entre as equipes aconteceu em 2 de julho de 1955, em amistoso disputado no estádio da Fonte Nova. A maior goleada do histórico saiu em 8 de outubro de 1972, quando o Galo aplicou 5 a 0 no Vitória, no Mineirão. Guilherme, ídolo alvinegro, é o artilheiro do confronto, com 6 gols.
Arbitragem
A CBF escalou a árbitra Edina Alves Batista, de São Paulo, para apitar o duelo. Ela terá como auxiliares Neuza Ines Back e Fabrini Bevilaqua Costa, ambas de São Paulo. O VAR fica sob responsabilidade de Douglas Schwengber da Silva, do Rio Grande do Sul.

Edina tem 46 anos, integra o quadro de árbitros da CBF desde 2007 e é credenciada pela FIFA desde 2016. Nesta temporada, comandou 14 partidas, marcando 71 cartões amarelos (4,73 por partida), 3 cartões vermelhos (0,29 por partida) e 314 faltas marcadas (17,77 por partida).
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