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·25 de janeiro de 2026

Atuações do Botafogo contra o Bangu: o banho de bola de Santi!

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O Botafogo venceu o Bangu por 2 a 0, neste sábado (24), no Estádio Nilton Santos, pela rodada 4 desta edição do Campeonato Carioca, principal competição de pré-temporada. A performance do time, neste início de ano, anima o torcedor diante do momento conturbado no qual o clube se encontra. Por isso, a torcida precisa se “alselmizar”. É uma ótima forma de “escapismo” durante a gravíssima crise financeira que John Textor colocou o Glorioso.

Vejamos, então, como a Coluna do Léo Pereira analisou o desempenho dos jogadores da Estrela Solitária.


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As notas dos jogadores do Botafogo

NETO – Recuperado de lesão, não entrava em campo desde setembro. Depois de ficar 45 minutos parado, foi exigido apenas uma vez e espalmou a bola para fora, sem pestanejar, em um porrete lançado por Walber, do Bangu. Com os pés, mostrou qualidade, uma das exigências de Anselmi – NOTA: 6,5

PONTE – Sem muito trabalho nos 45 minutos iniciais. Cuidou bem do lado direito da defesa e, assim, não se aventurou à frente. Deixou Vitinho com mais liberdade. Muito bem na recuperação e nos desarmes – NOTA: 7,0

NEWTON – Seguro no posicionamento centralizado na defesa, arriscou algumas subidas ao meio de campo para exercer o papel de líbero. Não passou apuros na retaguarda – NOTA: 6,5 

MARÇAL – Perdeu uma bola que gerou um contra-ataque perigoso para o Bangu. No decorrer do prélio, porém, cresceu e melhorou a capacidade de acertar na cobertura. Teve um corte providencial quando o Botafogo estava com 2 a 0 a favor. Jogou com a serenidade de sempre, na defesa e no ataque. O Bom e Velho… – NOTA: 7,0

VITINHO – Com predicados mais defensivos, vai, paulatinamente, se encontrando como ala. Chegou mais na linha de fundo e descolou cruzamentos venenosos. Um deles, aliás, pegou na trave. Com treinamentos, passará, certamente, a entender melhor a função – NOTA: 6,0

ALLAN – Enfim, uma boa atuação. Intenso na marcação, aos poucos, vai retomando a confiança. Combativo no pós-perda. Arriscou dois chutes perigosos da entrada da área. Só precisa melhorar o passe. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Barboza – NOTA: 6,5

DANILO – Quase, de falta, tira o zero do placar. A qualidade permanece intacta. Se estiver bem fisicamente, é nível Seleção Brasileira. Tanto que achou um passe de almanaque para Artur, no fim, desperdiçar. O problema é que, às vezes, some um pouco, como ocorreu contra o Bangu – NOTA: 6,0

MONTORO – Mais meia do que ponta. Um pouco abaixo de sua média. Caiu, por exemplo, sozinho no tapetinho e tentou cavar um pênalti à toa. Sem brilho, perdeu a vaga para Barrera durante o segundo tempo do espetáculo. O Monstrinho ficou bravo com a alteração – NOTA: 5,5 

NATHAN – Pisou na área e obrigou o goleiro Bruno a se esticar todo para evitar o gol. Fez o certo. Apesar de aparecer menos do que se espera, impôs velocidade pelo lado esquerdo. No segundo tempo, cedeu a vaga para Telles – NOTA: 6,0

SANTI – Vai se perfilando como o jogador mais regular do Botafogo neste início de 2026, o oposto de 2025. Correu, movimentou-se, driblou, chutou e ocasionou chances reais para os companheiros de ataque. Na bola parada, acertou um cantinho do goleiro rival. Versátil. Mereceu muito o gol! Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Artur – NOTA: 8,0

CABRAL – Lamentavelmente, está enfileirando chances perdidas desde a estreia pelo Estadual. Algumas por méritos do goleiro adversário. Outras porque não consegue o acabamento das conclusões, apesar de se colocar bem na área. Brigou muito, mas ainda não inspira a confiança de um “9” para a temporada. Saiu, no segundo tempo, para entrada de Martins – NOTA: 5,0

TELLES – Jogou com sobriedade e inteligência. Qualificou, aliás, o lado esquerdo do time alvinegro. Ótimos passes e muito perigo na bola parada. Encontrou Martins na jogada do pênalti e cobrou com muita precisão o disparo do 2 a 0. Muito capricho – NOTA: 7,5

MARTINS – Arisco e participativo, arrumou o pênalti para Telles brilhar. Soube atacar bem os espaços (um pouco melhor que Cabral). Talvez a equipe precise de alguém mais móvel – NOTA: 6,5

ARTUR – Na primeira oportunidade, já dominou errado. Depois, saiu duas vezes em condições de meter o terceiro e acabou desperdiçando. Destoou um pouco na atuação coletiva – NOTA: 5,0 

BARRERA – Um pouco apagado. Ainda não deslanchou no torneio de pré-temporada – NOTA: 5,5 

BARBOZA – Ajustou a posição na cozinha e tomou a bola com extrema facilidade. Ritmo de treino – NOTA: 6,0 

TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Linha alta e saídas de bola bem orquestradas. A equipe do comandante rosarino vai se aperfeiçoando no DNA “bielsista”. O Botafogo, novamente, encontrou um adversário inferior e não titubeou. Amassou, controlando o jogo com posse de bola elevada e muita intensidade. Quase o replay do embate contra o Volta Redonda. Mas com uma execução um pouquinho melhor. Ou seja, houve, portanto, evolução – NOTA: 7,5 

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