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·13 de fevereiro de 2026

Atuações do Botafogo contra o Fluminense: sem goleiro, fica difícil

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Após vencer três partidas em sequência, o Botafogo do técnico Martín Anselmi amarga a quarta derrota consecutiva ao perder para o Fluminense por 1 a 0, nesta quinta-feira (12), no Maracanã, pela rodada 3 do Campeonato Brasileiro. Este é o Glorioso bielsista. Bem 8 ou 80. E cai novamente com erro de goleiro. Veja, então, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

NETO – Quase não vinha sendo molestado pelo ataque do Fluminense no primeiro tempo até a trave o salvar. Parou como uma estátua no lance. Espalmou uma bola nas mãos de Acosta no 1-0, logo após realizar uma grande defesa. Não sustentou. Novamente, falhou em lance crucial. Antes, contou com a displicência de John Kennedy para não ser vazado – NOTA: 3,0


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VITINHO – Desperdiçou bolas no ataque e proporcionou contra-ataques para o Fluminense. Não parecia tão ligado quanto um Clássico Vovô demanda. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Villalba – NOTA: 4,5 

YTHALLO – Uma estreia muito ruim. Inseguro ao ser apertado pelos tricolores. Desperdiçou algumas saídas pelo lado direito, ficou para trás em velocidade, foi driblado e recebeu o cartão amarelo cedo. No intervalo, Anselmi colocou Nathan em seu lugar – NOTA: 3,0

BARBOZA – Levou um drible desconcertante de Canobbio. No entanto, teve boa presença defensiva nas coberturas. Jogou com muita serenidade e liderou o setor defensivo do BotafogoNOTA: 6,5 

NEWTON – Entrou rasgando na bola em um ataque promissor do adversário. Efetuou algumas interceptações. Em contrapartida, ficou vendido ao perder para JK na segunda grande oportunidade do adversário – NOTA: 6,0

TELLES – O Tricolor criou sua melhor ocasião de gol por seu lado. Não conseguiu ser efetivo como ala, lateral e zagueiro. Fez hora em campo até sair para a entrada de Martins – NOTA: 3,0 

ALLAN – Não conseguiu ajudar na dobra de marcação e apenas cercou os armadores do Fluminense enquanto o Botafogo estava em posição defensiva. Sentiu uma pancada e saiu rápido para a entrada de Barrera – NOTA: 5,0

DANILO – Mesmo quando não acerta, é impressionante a versatilidade para buscar o jogo na armação e morder na marcação. Obrigado a recuar mais com a saída de Allan. Ganhou mais campo quando o Tricolor teve um a menos, embora não tenha pisado tantas vezes na área. Cobrou uma falta com perfeição no travessão. Merecia o gol – NOTA: 7,5

MONTORO – Vigiado pelos volantes do Tricolor, não conseguiu criar e dialogar com Cabral. O Monstrinho conseguiu, porém, a expulsão de Canobbio ao ser agredido e se soltou um pouco mais no segundo tempo ao tentar triangulações, aproximação com o centroavante e tabelas com Danilo – NOTA: 6,0 

ARTUR – Na primeira escapada, não sabia o que fazer com a bola. Depois, como de praxe, sumiu. Triatleta. Corre, pedala e nada! Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Kadir – NOTA: 3,5 

CABRAL – Brigou muito, às vezes sozinho, tentando algumas paredes. Bem distante do gol, pois o Botafogo chegava à frente com muita dificuldade. Na etapa final, chutou e cabeceou, quebrando a inércia do ataque alvinegro. Boa presença de área – NOTA: 7,0 

BARRERA – Fora de seu habitat. Não rendeu como segundo volante e não conseguiu armar o jogo com desenvoltura. Permitiu a recuperação da defesa tricolor – NOTA: 4,5 

NATHAN – Muita correria e poucas ações bem tramadas. Outro que não agrega muito – NOTA: 5,0

MARTINS – Não produziu nada de interessante contra o ex-clube – NOTA: 5,0 

VILLALBA – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA 

KADIR – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA 

TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Escalou a espinha dorsal do Botafogo e viu um time improdutivo em campo. Uma equipe que quase não chegava ao gol adversário e que não chutou no primeiro tempo. O esquema com três zagueiros, sempre com alguém improvisado, também precisa ser repensado A expulsão de Canobbio foi um presente. Não soube aproveitá-lo – NOTA: 4,5

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