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·17 de setembro de 2026

Atuações do Botafogo contra o Grêmio: a mágica de Montoro e Danilo

Imagem do artigo:Atuações do Botafogo contra o Grêmio: a mágica de Montoro e Danilo

Sinônimos de técnica apurada e refino, Danilo e Montoro acabaram com o jogo na vitória do Botafogo sobre o Grêmio por 3 a 2, nesta quarta-feira (16), no Estádio Nilton Santos, em jogo adiado da rodada 21 do Campeonato Brasileiro. Este reles cronista tira o chapéu para a dupla. Foi mesmo de encher os olhos! Veja, então, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas alvinegros nesta jornada.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

BATISTA – Falta muito bem batida no gol do Grêmio. Ficou pregadão. Ainda contou com a sorte em outro disparo de Jeovane. No segundo gol do Tricolor, voltou a virar estátua. Goleiro precisa sempre pular na bola – NOTA: 5,0


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VITINHO – Recebeu um presente de Montoro e concluiu mal a ação. Cometeu a falta que originou o 1-1. Irregular até o descanso. Mas se redimiu com um lindo centro para Montoro. Cresceu ao longo do prélio contra os gaúchos. No fim, se desentendeu com o Nascimento – NOTA: 6,5

CHAVES – Boa estreia do Alemão! Mostrou que pode atuar nos dois lados, com um jogo de muita imposição física e alguma técnica para sair com a bola. Rechaçou, por baixo e pelo alto, cruzamentos perigosos do Grêmio. Saiu bem à caça. Batido, no entanto, por Martins, no segundo gol dos caras – NOTA: 7,0

MONZÓN – Deixou algumas bolas pererecarem na defesa alvinegra. Mas não teve um lance capital que comprometesse. Saiu, durante o descanso, para a entrada de Justino – NOTA: 5,5 

TELLES – O Grêmio usou e abusou das jogadas pelo lado esquerdo da defesa alvinegra. Rateou algumas vezes e chegou atrasado. Melhorou consideravelmente no segundo tempo, impedindo as subidas de Enamorado. Na bola parada, levou perigo ao arco de Weverton – NOTA: 6,0

HUGUINHO – Pecou toda vez que deixou de simplificar o jogo. Muita dificuldade para marcar Krovinovic, do Tricolor. Tem que melhorar essa contenção – NOTA: 5,5

EDENILSON – Não conseguiu nenhuma infiltração importante para aparecer como elemento surpresa. Empacou o meio de campo do Botafogo. Menos um em campo. No descanso, cedeu lugar a Pereira – NOTA: 4,0

DANILO – Caneta, aceleração, passe perfeito, movimentação e conclusão. Em um lance, voltou a jogar tudo o que sabe. Aquele futebol que o levou à Seleção Brasileira. Começou e finalizou o lance do 1-0, mesmo com a perna ruim. Na etapa final, mais perto da meta adversária, reafirmou a fase artilheira ao cravar mais um. Espetacular – NOTA: DEZ

MONTORO – O Monstrinho obrigou Weverton a realizar a primeira defesa do jogo com menos de um minuto de bola rolando. Segue com uma visão de jogo privilegiada ao achar passes açucarados. Com o tempo, parece que se irrita fácil por não ter com quem dialogar. No entanto, desta vez, acertou o pé e balançou a roseira do adversário. Dono do jogo, brindou Danilo com duas assistências. Alto capo! Saiu, no fim, para a entrada de Allan – NOTA: DEZ

JÚNIOR SANTOS – Mais aberto pelo lado direito do ataque, o Anjo das Pernas Confusas participou do lance do gol de Danilo. Não teve receio de partir para cima ou chutar da entrada da área. Porém, tomou algumas decisões erradas. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Marçal – NOTA: 6,0

CABRAL – O Mamute sustentou o pivô na arquitetura do lance do 1-0. Brigou, arrumou espaços, mas teve pouco protagonismo. E aumentou o jejum para 12 encontros, números inadmissíveis para um centroavante com passagem em grandes ligas da Europa. Saiu, no fim, para a entrada de Tiquinho – NOTA: 6,0 

PEREIRA – Atrapalhou muito mais do que ajudou. Cavou pênalti quando poderia tentar algo diferente, não dominou a bola direito e matou vários ataques – NOTA: 4,0

JUSTINO – Conseguiu se entender com Chaves a maior parte do tempo – NOTA: 6,0

MARÇAL – Entrou para formar um trio de zaga em um time mais conservador. Fez o básico – NOTA: 6,0

ALLAN – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA

TIQUINHO – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA

TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – O melhor jogo à frente do time alvinegro. O Botafogo dominou boa parte do prélio. Deixou Danilo com mais liberdade, e o volante respondeu com dois gols. Acertou também o posicionamento de Montoro. No fim, recuou muito o time e quase paga um preço alto – NOTA: 6,5

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