Jogada10
·05 de abril de 2026
Atuações do Botafogo contra o Vasco: Martins leva o “nunca critiquei”

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·05 de abril de 2026

Afetado por uma arbitragem caseira e irresponsável, o Botafogo superou as adversidades e venceu um fraco Vasco da Gama por 2 a 1, neste sábado (4), na pocilga, pela rodada 10 desta edição do Campeonato Brasileiro. Cuibano agrediu Júnior Santos e sequer levou cartão. Saldivia parou Martins, quando este estava na direção do gol. O VAR nem chamou o assoprador de apito. Porém, sem vitimismo, o Glorioso passou por cima da vergonha, com destaques para os desempenhos magistrais de Martins e Villalba. Veja, então, como a Coluna do Léo Pereira analisou a performance do Alvinegro.
RAUL – Pegou em dois tempos o primeiro disparo da noite. Na sequência, não deu mole e encaixou a pelota. Voltou a defender a meta na etapa final. Não teve culpa no gol dos caras. A zaga o largou aos leões. Contou, também, com a péssima pontaria dos adversários no segundo tempo, sobretudo Tchê Tchê – NOTA: 6,5
VITINHO – Pecou nos cruzamentos para a área e teve dificuldade para marcar o lado esquerdo do ataque do Bacalhau. Deixou David, sozinho, marcar para o Vasco. Onde estava com a cabeça? Melhorou um pouquinho no fim. Ficou devendo neste fim de semana – NOTA: 5,0
FERRARESI – Chegou atrasado algumas vezes e não soube vigiar corretamente o ataque rival. Passou apertos em cruzamentos para a área. No fim, transmitiu mais segurança – NOTA: 5,5
BARBOZA – Assustou Jardim com uma cabeçada que passou à esquerda do keeper vascaíno e travou, de forma providencial, um chute do Vasco que tinha a direção do gol. Voltou a performar como um típico xerifão – NOTA: 7,0
TELLES – Bem, como de praxe, na bola parada. Centrou uma bola na cabeça de Barboza. Queixou-se de dores na primeira parte do espetáculo e deixou o jogo no intervalo. Roque o substituiu – NOTA: 6,0
ALLAN – Teve uma saída de bola problemática na linha de três. Mas ajudou a morder no meio de campo para o Glorioso retomar a pelota. O chamado jogador voluntarioso. Só que pode mostrar mais. Saiu, no fim, para a entrada de Newton – NOTA: 6,0
EDENILSON – Participou menos das tramas ofensivas do Botafogo. Mais tímido do que nos dois encontros passados. Tentou uma tabela de peito com Cabral, mas não obteve sucesso. Parecia cansado. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Montoro – NOTA: 5,0
DANILO – Entregou passes de primeira. Sem pestanejar. Participou pouco do jogo nos 45 minutos iniciais. Na etapa final, contudo, quase repete o gol que meteu recentemente pela Seleção Brasileira. Elemento surpresa. No fim, ajudou a cadenciar a partida. Inteligente – NOTA: 6,5
JÚNIOR SANTOS – Arriscou um disparo sem perigo para Jardim e puxou alguns contra-ataques. Causou incômodo à defesa adversária, sobretudo a Cuiabano, que o agrediu de forma covarde. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Villalba – NOTA: 6,0
MARTINS – Ajudou muito na recomposição e chutou com força para uma defesa grandiosa de Jardim. Veloz, provocaria a expulsão de um boneco do Vasco se não fosse a frouxidão do juiz para aplicar a regra. Depois, acertou um chutaço na rede. Merecia o golaço! Jogou demais e colocou um esparadrapo na boca dos críticos – NOTA: 9,0
CABRAL – Ganhou dos zagueiros na força física, aplicando até um drible da vaca. Movimentou-se, correu e gerou ocasiões de perigo para o Mais Tradicional. Participou! Olha, surpreendente! No segundo tempo, porém, não tocou na bola. Saiu, assim, para a entrada de Kadir – NOTA: 7,0
ROQUE – Centro na medida para Villalba empatar o clássico. Não se omitiu em nenhum momento e teve personalidade para mostrar que pode substituir Telles – NOTA: 7,0
VILLALBA – Mudou completamente a cara do Botafogo. Apareceu como uma flecha nas costas de Cuiabano. Acreditou na jogada de ataque e fulminou Jardim com uma cabeçada implacável. Na defesa, combateu muito e desafogou a equipe. Teve grande participação no cotejo – NOTA: 8,0
KADIR – Muita luta e pouco protagonismo – NOTA: 5,0
MONTORO – Demonstrou muita habilidade e entrou bem. Em um dos lances, abriu um clarão na defesa do Vasco ao achar Villalba na diagonal – NOTA: 6,0
NEWTON – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA!
TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – Na primeira etapa, o Botafogo, com três volantes, anulou o Vasco, mesmo com posse de bola inferior. A estratégia foi nas bolas longas. O time levou o gol no segundo tempo e reagiu de forma imediata. Aposta para mudar a partida, Villalba desencantou, e Martins teve sua redenção. O interino entrega uma equipe embalada nas mãos de Franclim Carvalho. Bom trabalho, professor! – NOTA: 7,5
Ao vivo


Ao vivo







































