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·12 de maio de 2026

Áudio de Massis expõe contradição, agrava pressão sobre Roger e amplia crise no São Paulo

Imagem do artigo:Áudio de Massis expõe contradição, agrava pressão sobre Roger e amplia crise no São Paulo

O áudio vazado de Harry Massis, presidente do São Paulo, aumentou a pressão sobre Roger Machado e expôs contradições da diretoria, avaliou Arnaldo Ribeiro no UOL News Esporte, do Canal UOL. Na gravação, Massis diz que o clube não tem dinheiro para demitir o treinador nem para contratar um substituto, além de citar custos de rescisões anteriores, como as de Dorival Júnior, Zubeldía e Crespo.

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Para Arnaldo, o conteúdo piora a situação do presidente porque reforça um discurso de limitação financeira que entra em choque com as decisões tomadas pelo clube nos últimos meses. Mesmo tentando blindar Roger, o vazamento amplia o desgaste interno e deixa a crise ainda mais exposta.


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Arnaldo Ribeiro sustenta que o áudio vazado não ajuda em nada a conter a crise no São Paulo e ainda amplia a pressão sobre Roger Machado e sobre o presidente Harry Massis. A gravação também expõe a contradição da diretoria ao adotar um discurso de escassez financeira enquanto enfrenta cobranças por decisões anteriores, como a demissão de técnicos e os custos de rescisão.

O que o áudio mostra

No conteúdo reproduzido pela imprensa, Massis diz que o clube “não tem dinheiro” para trocar o treinador e que não pretende pagar “mais uma multa”. Ele também afirma que o São Paulo herdou problemas financeiros e cita passivos ligados a ex-treinadores como Dorival Júnior, Zubeldía e Crespo.

Leitura de Arnaldo

Para Arnaldo, esse vazamento enfraquece o presidente porque ele passa a repetir o mesmo discurso de limitação que cativou a torcida em outros momentos, mas sem sustentar uma linha de coerência com o que foi feito antes. A crítica central é que o clube demitiu outros treinadores e assumiu custos para isso, mas agora usa a falta de caixa como argumento para manter Roger.

Efeito no ambiente

Na prática, o áudio não encerra a crise; ele a torna mais pública e aumenta o desgaste político dentro do clube. Ao mesmo tempo, a fala também funciona como um sinal de blindagem a Roger Machado, já que o presidente afirma que não vai trocá-lo neste momento.

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