Nosso Palestra
·17 de setembro de 2026
Auxiliar do Palmeiras celebra classificação e diz: ‘Acabou maldição dos pênaltis’

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Após a classificação do Palmeiras para a semifinal da CONMEBOL Libertadores, onde o Verdão se classificou nas penalidades, diante da LDU, Victor Castanheira, que comandou a equipe à beira do campo após a expulsão de Abel Ferreira, concedeu entrevista coletiva e analisou a partida.
O auxiliar destacou a dificuldade do confronto, a estratégia adotada pela comissão técnica e a necessidade de recuperação mental após a virada sofrida em apenas dois minutos.
Sobre a atuação do Palmeiras e a diferença entre os dois tempos, Castanheira reconheceu que a equipe apresentou melhora na etapa final, mas lamentou a rápida virada sofrida:
É verdade, está vivo. Muito difícil. Tivemos que vir com uma estratégia quase perfeita. Os primeiros 20 minutos são difíceis, provamos isso ano passado. Cedemos pouco, tomamos três gols, mas cedemos pouco. Mais uma semifinal. Em sete anos, seis semifinais. Não é fácil.
O auxiliar também explicou o plano de jogo traçado pela comissão técnica e ressaltou as características da equipe adversária atuando em casa. Para ele, o desgaste e a mudança repentina do cenário da partida exigiram uma forte recuperação mental do elenco:
É verdade, a estratégia sabemos que inicialmente a equipe deles é forte em casa e não podíamos dar espaço. Eles forçam muito cruzamento, trajetórias da bola que nem sempre estamos acostumados. Relaxamento não, os adeptos estavam desacreditados, o jogo estava controlado. E em dois minutos virou. Circunstâncias do jogo. Às vezes acontece e, felizmente, acabou a maldição dos pênaltis. Infelizmente, hoje fomos felizes (risos).
Na sequência, Castanheira comentou a primeira reação após a classificação e destacou a importância de Carlos Miguel, que teve papel decisivo na disputa de pênaltis. O auxiliar fez questão de valorizar não apenas o desempenho do goleiro dentro de campo, mas também o processo vivido pelo jogador:
Não precisávamos sofrer tanto, mas o futebol, em dois minutos, as coisas mudam. E mudaram. O que posso dizer ao Carlos é que ele merece esse momento. Sabemos que o homem, não só o atleta, anda em altos e baixos. Mas o caminho é trabalho, foco. E hoje foi recompensado por tudo que vem fazendo.
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