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·26 de fevereiro de 2026
Bahia mantém rotina brasileira de eliminações na fase preliminar da Libertadores

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O tempo em que cair na pré-Libertadores era motivo de anos de perseguição e provocações entre torcedores parece ter ficado no passado. A queda do Bahia, em 2026, já não pode ser considerada surpresa: desde 2018 o Brasil deixa um representante na fase preliminar.
A série de decepções foi inaugurada em 2011, com a queda do Corinthians para o Tolima. Um trauma pelo pioneirismo - nunca antes um brasileiro havia caído na fase classificatória.
Demorou até um representante brasileiro repetir a façanha. Em 2018, no entanto, a queda da Chapecoense não chegou a ter um peso grande. Afinal, o time catarinense enfrentou um mais tradicional Nacional, do Uruguai, e pouco mais de um ano depois da trágica queda do avião LaMia. Mas ali começou uma nova tendência.
Desde a Chape, não houve um ano sem eliminações. Em 2019 foi a vez do São Paulo decepcionar contra o Talleres. Um ano depois o Corinthians voltou a cair na pré-Liberta, para o Guaraní, do Paraguai.
Em 2021 foi a vez do Grêmio deixar a competição, eliminado pelo Independiente del Valle. Em 2022 o Olimpia eliminou o Fluminense nos pênaltis. Em 2023 foi a vez do Fortaleza perder para o Cerro Porteño.
Em 2024 a eliminação brasileira era obrigatória: o Bragantino caiu para o Botafogo (que sagrou-se campeão ao fim). No ano passado a decepção foi mais uma vez da torcida do Corinthians, com queda para o Barcelona.
O Bahia era favorito contra o O'Higgins, do Chile, mas acabou por se tornar mais um a reforçar as estatísticas: o nono ano seguido com eliminação brasileira na Libertadores.







































