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·28 de setembro de 2026
Bilionário tripudia de caos nos patrocínios dos clubes e afirma não ter limites para estampar marca em camisas

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Bilionário tripudia de caos nos patrocínios dos clubes e afirma não ter limites para estampar marca em camisas
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Os clubes brasileiros que perderam ou estão ameaçados de perder patrocínios de empresas de apostas ganharam uma possível alternativa no mercado.
João Adibe, presidente do Grupo Cimed, afirmou que a empresa pretende ampliar os investimentos no futebol brasileiro e convidou os clubes a procurarem a farmacêutica.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o empresário declarou que a marca Super tem o sonho de patrocinar equipes de todo o país.
“Não temos limite de patrocínio, hein? Não temos limite”, disse João Adibe. O vídeo alcançou aproximadamente 1,8 milhão de visualizações.
O anúncio ocorreu depois de o Governo Federal proibir as apostas esportivas e os cassinos online no Brasil.
A Medida Provisória também determina o fim da publicidade e dos patrocínios das empresas de apostas.
Os clubes terão de retirar as marcas das bets de camisas e outros materiais publicitários dentro do cronograma previsto pela medida.
A Cimed vê nesse cenário uma oportunidade para ampliar sua exposição no esporte.
Durante a gravação, João Adibe conversou com integrantes da equipe da empresa sobre os espaços que seriam deixados pelas casas de apostas.
O empresário afirmou:
“A gente tem um sonho de patrocinar todos os clubes do Brasil através da nossa marca Super.”
Na sequência, os funcionários citaram diferentes equipes e discutiram a possibilidade de marcar reuniões com dirigentes.
O executivo incentivou a equipe a procurar os clubes interessados em novas parcerias.
A Cimed já possui presença no futebol brasileiro.
A empresa patrocina:
A farmacêutica também já teve parcerias com Náutico e Portuguesa.
A marca Super passou a ser utilizada em diferentes propriedades esportivas do grupo, inclusive em ações vinculadas ao futebol. 1516
Apesar do anúncio, a Cimed ainda não confirmou acordos com novos clubes.
Também não foram divulgados:
A declaração representa uma intenção comercial, não a confirmação de contratos.
O São Paulo está entre os clubes que podem buscar novos patrocinadores depois da crise envolvendo a Superbet.
O Tricolor possui contrato com a empresa de apostas até 2030, mas o acordo prevê possibilidade de encerramento caso as apostas sejam proibidas no Brasil.
A Superbet ocupa a faixa principal da camisa do São Paulo e também dá nome ao centro de treinamento da Barra Funda, o SuperCT.
Até o momento, não existe confirmação de negociação entre São Paulo e Cimed.
A saída das bets abriu uma disputa por espaços comerciais nos uniformes.
Muitos clubes terão de buscar patrocinadores de outros setores ao mesmo tempo.
A entrada da Cimed pode aumentar a concorrência e ajudar a reduzir o impacto financeiro da mudança, mas dificilmente substituirá, de forma imediata, todos os valores pagos pelas casas de apostas.
Os contratos das bets estavam entre os mais valiosos do futebol brasileiro.
Estimativas divulgadas apontam que as bets pagavam valores elevados aos clubes da Série A.
Entre os contratos citados estão:
Os valores variam de acordo com parcelas fixas, bônus e propriedades comerciais.
Também houve conversas envolvendo o Grêmio, que busca um novo patrocinador máster.
A empresa ainda não confirmou quais negociações serão transformadas em contratos.
O espaço máster das camisas deve ser o principal alvo das empresas interessadas.
A Cimed poderá avaliar diferentes formatos:
A estratégia dependerá do alcance desejado pela empresa e do retorno comercial de cada clube.
A possibilidade de substituir a Superbet é especialmente importante para o São Paulo.
O clube enfrenta dificuldades financeiras e pode perder uma receita relevante de patrocínio.
A saída da empresa de apostas poderia afetar:
Um novo acordo com uma empresa de grande porte seria importante para preservar o orçamento do Tricolor.
O Governo Federal publicou uma medida que proíbe a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa e dos jogos de cassino online.
Os sites e aplicativos deverão sair do ar a partir de 6 de outubro.
A medida também determina o fim da publicidade das empresas do setor, o que impede a continuidade regular dos patrocínios em camisas, estádios e centros de treinamento.
A fala de João Adibe foi interpretada como uma estratégia para ocupar espaços comerciais deixados pelas bets.
Com a saída de um dos maiores grupos de patrocinadores do futebol brasileiro, empresas de outros setores podem tentar ampliar sua presença.
A Cimed já tem experiência no esporte e pode usar a rede de clubes patrocinados para fortalecer a marca Super.







































