RTI Esporte
·25 de agosto de 2026
Botafogo faz oito saídas na janela; saiba quanto o clube economizou

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·25 de agosto de 2026

O Botafogo já promoveu oito saídas nesta janela de transferências. A movimentação faz parte do planejamento do presidente João Paulo Magalhães para reduzir a folha salarial e abrir espaço para novos reforços.
A Agência RTI Esporte apurou que entre empréstimos, negociações e rescisões, o clube retirou R$ 3,59 milhões mensais de sua folha. Em um ano, o valor chega a R$ 43,08 milhões, considerando apenas os salários.
A maior economia veio de Joaquín Correa, que recebia R$ 1,7 milhão por mês no Botafogo. O atacante rescindiu contrato e acertou com o Estudiantes. Sua saída representa quase metade da redução salarial do clube.
Joaquín Correa tinha o maior salário entre os jogadores que deixaram o Botafogo. O atacante recebia R$ 1,7 milhão mensais. Após a rescisão com o Alvinegro, o argentino acertou com o Estudiantes. A mudança eliminou um dos principais custos da folha do clube.
Chris Ramos aparece na sequência. O atacante foi emprestado ao Real Oviedo e tinha salário de R$ 600 mil por mês. Bastos também deixou o Botafogo após a rescisão de contrato. O zagueiro angolano recebia R$ 380 mil mensais.
A lista de saídas inclui diferentes formatos de negociação. Caio Roque foi devolvido à Portuguesa de Desportos após o período de empréstimo. O lateral-esquerdo tinha salário de R$ 50 mil. Léo Link, por sua vez, foi emprestado ao Estrela da Amadora.
O jogador recebia R$ 320 mil mensais. Nathan Fernandes também deixou o elenco. O atacante tinha vencimentos de R$ 240 mil por mês. Newton foi negociado com o São Paulo. O volante recebia R$ 200 mil mensais no Botafogo.
Raul Steffens rescindiu com o clube da Estrela Solitária e acertou com o AVS, de Portugal. O goleiro alvinegro recebia R$ 100 mil por mês. As oito saídas ocorreram por empréstimos, rescisões ou negociações definitivas.
O objetivo da diretoria é utilizar parte desse espaço financeiro para reorganizar o elenco alvinegro. A redução dos custos permite ao clube buscar reforços sem aumentar na mesma proporção o comprometimento da folha.
A estratégia também ajuda a ajustar o grupo de acordo com as necessidades da comissão técnica e, principalmente, de Rodrigo Bellão. Com as oito saídas, o Botafogo reduz despesas recorrentes e abre espaço para novos movimentos no mercado.
A reformulação, portanto, tem impacto esportivo e financeiro. O clube diminui o número de jogadores fora dos planos e, ao mesmo tempo, reduz o custo mensal do elenco. Agora, a diretoria terá de definir como utilizar a margem criada pelas saídas na sequência da janela.







































