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·15 de junho de 2026
Botafogo vira sobre o Operário, quebra jejum histórico e respira fora do Z4 da Série B

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·15 de junho de 2026

O Botafogo precisou de poder de reação e da estrela do seu banco de reservas para bater o Operário por 2 a 1, de virada, na noite deste domingo, no Estádio Santa Cruz, pela 13ª rodada da Série B. Diante de um público baixíssimo de apenas 718 presentes, a equipe paulista saiu atrás com um gol de pênalti de Boschilia na primeira etapa. No segundo tempo, as substituições do técnico Cláudio Tencati mudaram a história do jogo. Wesley e Rafael Gava entraram para dar as assistências que encontraram a cabeça de Hygor, autor dos dois gols do triunfo. O resultado encerra a pior sequência do Pantera no século, após dez jogos sem vencer, e deixa o time na 16ª colocação com 13 pontos, ganhando fôlego contra o Z4. O Operário perde a invencibilidade recente, estaciona nos 19 pontos na 9ª posição e desperdiça a chance de encostar no G6.
Um primeiro tempo de nervosismo e gol no centésimo jogo
O primeiro tempo refletiu o momento de tensão dos donos da casa. O Botafogo sofreu com erros de passe e pouca criatividade, enquanto o Operário adotou uma postura cautelosa. O nível técnico da partida foi baixo e as equipes pouco produziram. O cenário burocrático só foi alterado nos acréscimos, com a intervenção do VAR. Aos 48 minutos, a arbitragem assinalou pênalti de Thiago Moraes em Berto. O capitão Boschilia, completando a expressiva marca de 100 jogos com a camisa do Fantasma, cobrou com categoria, deslocou o goleiro Victor Souza e garantiu a vantagem parcial dos visitantes antes da ida para o vestiário.
Dedo do treinador e a virada pelo alto
A etapa final começou com o Operário levando perigo e quase ampliando com Pablo, que acertou o travessão. Percebendo a necessidade de mudar a dinâmica do time, o técnico Cláudio Tencati promoveu alterações que decidiram o confronto. As entradas de Jefferson Nem, Wesley e Rafael Gava deram um novo ritmo ofensivo ao Botafogo. Aos 20 minutos, em jogada ensaiada de escanteio, Wesley cruzou na medida para Hygor testar firme e empatar. A pressão continuou e, aos 37 minutos, a fórmula se repetiu. Rafael Gava cruzou com perfeição pela esquerda e Hygor, mais uma vez de cabeça, mandou para as redes, decretando a virada, o fim da seca histórica de vitórias e o alívio da torcida no Santa Cruz.
Hygor (Botafogo-SP): O dono da virada no Santa Cruz. Mostrou faro de artilheiro e absoluto domínio no jogo aéreo ao decidir o confronto com duas testadas certeiras, garantindo três pontos fundamentais para a equipe.
Wesley Santos (Botafogo-SP): A peça que mudou o ritmo e a história da partida. Saiu do banco de reservas para ditar a transição ofensiva com passes verticais, incisividade constante e a assistência precisa para o primeiro gol da reação tricolor.
Boschilia (Operário Ferroviário): Coroou a marca expressiva de 100 jogos pelo Operário com uma cobrança de pênalti fria e letal. Com o tento anotado, assumiu de forma isolada a vice-artilharia da Série B 2026, consolidando seu papel de protagonista na equipe.

O Botafogo está escalado!
Victor Souza, Gabriel Inocêncio, Ericson, Vilar, Felipe Vieira, Matheus Sales, Everton Morelli, Zé Hugo, Thiago Moraes, Arthur Caíke, Hygor

O Operário está escalado!
Vágner Silva, Mikael Doka, Miranda, Klaus, Gabriel Feliciano, Matheus Trindade, Hildeberto Pereira, Boschilia, Vinícius Diniz, Moraes Jr, Pablo
1':

Começa o jogo! A bola rola para Botafogo x Operário.
3':

Com a entrada de Arthur Caíke entre os titulares, o Botafogo de Cláudio Tencati vem armado no 4-4-2. Matheus Sales e Morelli são os volantes; Zé Hugo pela direita, Thiago Moraes pela esquerda; Artur Caíke e Hygor fazem a dupla de ataque.
4':

O Operário de Luizinho Lopes mantêm a base do seu time recente e está armado no 4-1-4-1. Trindade é o volante a frente da zaga; Diniz e Boschillia os meias; Berto na direita e Moraes na esquerda.
12':

Partida começa muito morna no Santa Cruz. Times se estudam e tentam manter o controle da posse de bola, mas os erros de passe e as faltas brecam bastante o ritmo do jogo.
29':

Não temos uma boa partida no Santa Cruz até então. Pressionado pela péssima fase, o Botafogo abusa dos erros nos passes e nas tomadas de decisão. Tímido no jogo, o Operário ainda não criou chances reais.
45 +2':

VAR em ação:
O árbitro vai checar um possível pênalti para o Operário!
45 +5':

Boschilia marca o seu 7º gol na competição (12 jogos):
É gol do Operário! Boschillia é o nome dele! No seu 100º jogo pelo Fantasma, Gabriel Boschillia bate o pênalti com muita precisão. O camisa 10 deslocou o goleiro para o canto direito e bateu do outro lado. O Fantasma tá na frente!
Intervalo:

Um primeiro tempo de nível técnico muito baixo no Santa Cruz, com as duas equipes abusando dos erros de passe, das faltas e do jogo truncado. A partida se arrastou de forma burocrática, refletindo o nervosismo do Botafogo diante da pressão pelo jejum de vitórias e a cautela do Operário. O cenário modorrento só foi quebrado nos acréscimos, quando o VAR interveio e assinalou pênalti de Thiago Moraes em Berto. O capitão Boschilia, completando seu centésimo jogo pelo Fantasma, bateu com precisão e garantiu a vitória parcial e solitária por 1 a 0 antes da ida para os vestiários.
53':

O Botafogo reage na 2ª etapa e contra as ações ofensivas dos primeiros minutos. Mas esbarra na falta de qualidade nos passes para gerar chances reais de gol.
57':

Operário Ferroviário: Hildeberto Pereira
Pablo acha grande passe para Berto, pelo lado direito. O atacante domina com qualidade, conduz, fica cara a cara com Victor Souza e finaliza forte. Grande defesa para impedir o segundo gol do Fantasma.
61':

Pablo (Operário Ferroviário) acerta o travessão!!!
Pablo recebe cruzamento rasteiro de Berto, corta a marcação e bate bem na bola, que desvia na zaga do Pantera e acerta o travessão de Victor Souza.
65':

GOL Botafogo-SP! Hygor marca
Hygor marca o seu 3º gol na competição (8 jogos):
É gol do Botafogo! Hygor é o nome dele! Grande trama do Pantera em cobrança ensaiada no escanteio. Após passes curtos, Yuri encontra Wesley no lado direito. O atacante finta e acha espaço para cruzar na cabeça de Hygor, que testa com precisão no canto da rede. Tudo igual no Santa Cruz!
73':

VAR em ação:
O árbitro vai para a cabine do VAR para rever o lance da expulsão de Maguinho e decide tirar o cartão vermelho por falta e Morelli.
82':

GOL Botafogo-SP! Hygor marca
Hygor marca o seu 4º gol na competição (8 jogos):
É gol do Botafogo! Hygor é o nome dele! Mais uma vez Hygor. Mais uma vez de cabeça. O Pantera faz grande triangulação pelo lado esquerdo e Rafael Gava cruza na medida para o camisa 9, que desvia de cabeça para não dar chances ao goleiro Vágner. O Botafogo tá na frente do placar!
84':

Virada do Botafogo tem o dedo do técnico Cláudio Tencati. Wesley e Rafael Gava entraram muito bem na partida e deram as assistências para os gols de Hygor.
90 +6':

O árbitro apita para o final da partida
Fim de Jogo:

Fim de papo no Santa Cruz. O Botafogo conseguiu uma virada heroica por 2 a 1 sobre o Operário e encerrou seu pior jejum de vitórias neste século, respirando fora do Z4. Após um primeiro tempo ruim e gol de pênalti de Boschilia no centésimo jogo pelo Fantasma, o técnico Cláudio Tencati mexeu bem no Pantera. Wesley e Rafael Gava entraram e deram as assistências para Hygor, o nome do jogo, testar duas vezes para o fundo das redes. Com o resultado, o Botafogo chega aos 13 pontos na 16ª posição, enquanto o Operário estaciona nos 19 pontos, na 9ª colocação, perdendo a chance de colar no G6 diante de um público baixíssimo de apenas 718 torcedores.
Melhor em campo:

Hygor (BRA) foi considerado o melhor jogador em campo. O homem da virada e do alívio no Santa Cruz. Mostrou oportunismo e precisão letal pelo alto. Marcou os dois gols do Botafogo com duas testadas indefensáveis para o goleiro Vágner, garantindo o fim do jejum histórico da equipe e os três pontos fundamentais na luta contra o rebaixamento.







































