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·07 de janeiro de 2026
Braga derrota o Benfica e vai à decisão da Taça da Liga de Portugal

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·07 de janeiro de 2026

O Benfica até tentou, mas a noite em Leiria pertenceu ao Braga. No Estádio Dr. Magalhães Pessoa, nesta quinta-feira (7), os minhotos foram mais organizados, mais intensos e, sobretudo, mais letais para vencer por 3 a 1 a semifinal da Taça da Liga, a Allianz Cup, e garantir vaga na decisão.
Enfrentará seu maior rival, o Vitória de Guimarães, na final.
Desde os primeiros minutos, ficou claro que o Braga havia chegado com um plano bem definido. Sem se incomodar em dividir a posse, a equipe de Carlos Vicens apostou na agressividade sem bola e na velocidade para atacar os espaços deixados pelo Benfica. Funcionou.
Aos 19 minutos, Rodrigo Zalazar encontrou Pau Víctor livre no coração da área. O atacante finalizou com precisão, sem chance para Trubin, e abriu o placar.
O gol deu ainda mais confiança aos “Guerreiros do Minho”, que passaram a controlar o ritmo do jogo. O Benfica teve dificuldade para se impor, travado por uma marcação alta e por linhas bem compactas. Quando tentava acelerar, esbarrava na falta de criatividade e na atenção defensiva do adversário.
O Braga, por sua vez, parecia sempre a um passe de machucar. E machucou de novo. Aos 33, Zalazar arrancou com liberdade, deixou Sudakov e Otamendi para trás e bateu firme dentro da área para fazer 2 a 0.
O intervalo chegou com domínio quase absoluto dos bracarenses e um ambiente pesado para o lado encarnado. As vaias acompanharam o Benfica na saída para os vestiários, reflexo de uma primeira parte em que o ataque foi praticamente anulado e a defesa, exposta.
Na volta do segundo tempo, o Benfica tentou mudar a postura e ganhou uma chance de ouro aos 62 minutos, quando Paulo Oliveira cometeu pênalti sobre Pavlidis. O próprio atacante assumiu a responsabilidade e converteu, recolocando os encarnados no jogo aos 64. O gol trouxe esperança e um breve momento de pressão, mas não foi suficiente para mudar o roteiro da partida.
Mais uma vez, o Braga soube esperar. Organizado, frio e consciente do que precisava fazer, resistiu ao momento adverso e voltou a ser fatal quando teve oportunidade.
Aos 81 minutos, Ricardo Horta cobrou falta pela direita, Trubin ainda salvou na primeira tentativa, mas Lagerbielke apareceu livre no rebote para decretar o 3 a 1 e encerrar qualquer reação.









































