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·05 de novembro de 2025
Brasil cai para a Coreia do Norte e adia o sonho da final inédita no Mundial Sub-17 Feminino

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·05 de novembro de 2025

Chegou ao fim a campanha inédita da seleção feminina no Mundial Sub-17. Depois de conquistar a classificação pela primeira vez para a semifinal, o Brasil se deparou com a superioridade de uma tricampeã e ficou pelo caminho. No Marrocos, a Coreia do Norte venceu por 2 a 0 e adiou o sonho da primeira final canarinho.
Apesar de ficar de fora da decisão, a seleção brasileira volta a campo no sábado, às 12h30, para a disputa do 3° lugar. A adversária do Brasil será a seleção derrotada do embate entre Holanda x México.
Depois de uma classificação eletrizante contra o Canadá nos pênaltis, o Brasil entrou em campo disposto a surpreender as atuais campeãs da categoria. Nos primeiros minutos, as comandadas de Rilany Silva pressionaram no campo de ataque, dificultaram a saída das coreanas e criaram a primeira chance de perigo com Kaylane.
Apesar do início promissor das brasileiras, a Coreia do Norte não demorou para assumir o controle da partida e com marcação agressiva intimidar o Brasil.
O "perde e pressiona" da seleção asiática provocou um domínio na reta final do primeiro tempo convertido em pressão com boas oportunidades. A goleira Ana Morganti sustentou o placar zerado enquanto conseguiu, mas o Brasil acabou sendo castigado em dobro nos minutos finais.
Depois de um bombardeio contra a goleira canarinho, Won Sim pegou o rebote e bateu na meta vazia, mas Andreyna o gol com o braço. Pênalti e cartão vermelho. Na cobrança, Jong Hyang Yu Hyang colocou a Coreia em vantagem antes do intervalo.
Com desvantagem no placar e no número de jogadoras em campo, o Brasil ficou vulnerável ao domínio adversário. A seleção tentou, inicialmente, segurar o ímpeto coreano para depois buscar uma alternativa de desafogar, mas não conseguiu sustentar.
Aos cinco minutos, Jong Hyang aproveitou sobra no meio da área, finalizou cruzado e deixou a Coreia do Norte ainda mais próxima da decisão.
O cenário favorável deixou as asiáticas confortáveis para administrar a partida sem pressa para definir as jogadas. O Brasil resistiu ao controle coreano e tentou na reta final uma reação improvável.
Embora a dificuldade para chegar no terço final do campo, o Brasil acreditou na individualidade, mostrou bravura e assustou as adversárias no contragolpes, mas sem aproveitar as oportunidades.
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