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·07 de junho de 2026

Brasil reage após gol relâmpago e derrota os Estados Unidos na Neo Química Arena

Imagem do artigo:Brasil reage após gol relâmpago e derrota os Estados Unidos na Neo Química Arena

A seleção brasileira feminina mostrou poder de reação e venceu os Estados Unidos por 2 a 1 na noite deste sábado, na Neo Química Arena, em São Paulo. Em amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2027, as norte-americanas abriram o placar logo no primeiro minuto, com Wilson, mas o Brasil respondeu rapidamente e virou a partida ainda na etapa inicial.

A reação brasileira veio em apenas três minutos. Tainá Maranhão empatou aos 10 minutos, enquanto Bia Zaneratto completou a virada aos 13, levando os mais de 31 mil torcedores presentes ao estádio ao delírio. O resultado garantiu mais uma vitória importante da equipe comandada por Arthur Elias diante de uma das principais potências do futebol feminino mundial.


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Primeiro Tempo

O Brasil finalizou o primeiro tempo vencendo os Estados Unidos por 2 a 1, em partida marcada pela intensidade ofensiva das duas equipes. A seleção norte-americana abriu o placar antes dos dois minutos, com Sophia Wilson, mas a reação brasileira foi imediata. Tainá Maranhão deixou tudo igual pouco depois e Bia Zaneratto completou a virada ainda na etapa inicial, coroando a pressão exercida pela equipe comandada por Arthur Elias.

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Taina Maranhã comemora com Beatriz Zaneratto o primeiro gol do Brasil na partida. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)

A seleção brasileira manteve marcação individual forte e postura agressiva durante praticamente todo o primeiro tempo, características marcantes do trabalho do treinador. Apesar do volume ofensivo, a estratégia deixou espaços na defesa em alguns momentos. Quem também chamou atenção foi a goleira Lelê, que atuou com desconforto na parte posterior da coxa, mas brilhou com defesas importantes para segurar a vantagem brasileira antes do intervalo.

Segundo Tempo

Os Estados Unidos voltaram do intervalo mais agressivos e assumiram o controle da posse de bola, mas encontraram dificuldades para superar a defesa brasileira. Com a vantagem no placar, o Brasil recuou suas linhas e apostou nos contra-ataques, dando espaço para as adversárias avançarem, especialmente nos primeiros minutos da etapa final.

A melhor oportunidade brasileira surgiu aos nove minutos, quando Bia Zaneratto deixou duas marcadoras para trás e finalizou de perna esquerda, mas mandou a bola por cima do gol. As norte-americanas responderam em seguida com Hutton, que arriscou de longa distância e obrigou Lelê a fazer grande defesa. A goleira ainda contou com a ajuda do travessão para evitar o gol de empate.

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Beatriz Zaneratto marca segundo gol da partida. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)

O segundo tempo também foi marcado pelo aumento da intensidade física da partida, com mais faltas, atendimentos médicos, substituições e provocações entre as equipes. Apesar da pressão dos Estados Unidos na reta final, o Brasil seguiu sólido defensivamente e quase ampliou aos 45 minutos, quando Gio ficou cara a cara com McGlynn, mas desperdiçou a oportunidade ao tentar uma cavadinha sobre a goleira.

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