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·04 de agosto de 2026
Brasileirão 1993: a história do heptacampeonato que acabou com 20 anos de jejum

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O Palmeiras entrou no Campeonato Brasileiro de 1993 com uma dívida de vinte anos para acertar. O último título nacional era de 1973, e a fila só tinha começado a andar meses antes, no Paulista. Em 19 de dezembro, no Morumbi lotado, o Verdão bateu o Vitória por 2 a 0 e se tornou heptacampeão brasileiro.
Não foi um título de sorte nem de tabela. Nos 22 jogos da competição, o Palmeiras somou 16 vitórias, 4 empates e apenas 2 derrotas, com 40 gols marcados e 17 sofridos. O aproveitamento de 78,8% foi o mais alto da equipe entre todas as competições daquele ano — maior até que o do Paulista, conquistado na mesma temporada.
🏆 Campeonato Brasileiro 1993
Título
Heptacampeonato brasileiro
Técnico
Vanderlei Luxemburgo
Final
Palmeiras 2 x 0 Vitória
Artilheiro do ano
Edmundo (27 gols)
O recorte do Brasileirão mostra um time que praticamente não perdia. Duas derrotas em 22 partidas, ambas em jogos isolados, e uma média superior a 1,8 gol por jogo. A defesa levou 17 gols no torneio inteiro — número que sustentava a agressividade da frente.
Na temporada completa, o Palmeiras disputou 84 jogos em sete competições, venceu 52, marcou 147 gols e fechou o ano com 69,4% de aproveitamento. Os números estão catalogados na temporada de 1993 do Data Palestra.
A final foi em dois jogos. Em Salvador, no dia 12 de dezembro, o Palmeiras saiu com 1 a 0 e a vantagem para decidir em casa. Uma semana depois, no dia 19, o Morumbi recebeu 88.644 pessoas para ver o segundo capítulo.
A decisão não passou dos primeiros 25 minutos. Evair abriu o placar e Edmundo ampliou logo em seguida, antes mesmo de o jogo completar meia hora. O 2 a 0 se manteve até o apito, e o Palmeiras voltou a ser campeão do Brasil depois de duas décadas.
O Palmeiras foi a campo para a decisão com Sérgio; Gil Baiano, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Edílson e Zinho; Edmundo e Evair. No comando, um Vanderlei Luxemburgo ainda jovem, no início da carreira que o transformaria em um dos treinadores mais vencedores do clube.
Foram 32 jogadores utilizados no ano inteiro, número baixo para uma temporada de 84 partidas — sinal de um grupo com base fixa. Sérgio, o goleiro, foi quem mais atuou: 80 jogos. Edmundo terminou como artilheiro, com 27 gols, e Evair sustentou a referência ofensiva.
O título nacional confirmou que o Paulista não tinha sido acaso. Meses antes, o fim da fila no Campeonato Paulista tinha devolvido ao torcedor a sensação de vitória. Dezembro transformou aquilo em projeto: o Palmeiras não voltava só para ganhar um campeonato, voltava para dominar.
Foi o primeiro grande resultado nacional da Era Parmalat, a parceria que reorganizou o clube e financiou a montagem de um elenco que, no ano seguinte, faria tudo de novo. A campanha de 1993 aparece entre as mais fortes já cruzadas na comparação de qual foi o melhor Palmeiras de todos os tempos.
O Vitória. O Palmeiras venceu o jogo de ida por 1 a 0 em Salvador, no dia 12 de dezembro de 1993, e fechou o título com 2 a 0 no dia 19 de dezembro, no Morumbi, diante de 88.644 pessoas.
Foram 22 jogos, com 16 vitórias, 4 empates e 2 derrotas, 40 gols marcados e 17 sofridos, saldo de +23 e aproveitamento de 78,8% — o melhor da equipe entre todas as competições daquele ano.
Na partida decisiva, Evair abriu o placar e Edmundo ampliou ainda antes dos 25 minutos. No ano, Edmundo foi o artilheiro do Palmeiras, com 27 gols.
Sérgio; Gil Baiano, Antônio Carlos, Cléber e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Edílson e Zinho; Edmundo e Evair. O técnico era Vanderlei Luxemburgo.
Três: o Campeonato Paulista, o Torneio Rio-São Paulo e o Campeonato Brasileiro. Foram 84 jogos na temporada, com 52 vitórias e aproveitamento de 69,4%.
Sim. Em 19 de dezembro de 1993 o Palmeiras se tornou heptacampeão brasileiro, encerrando um jejum nacional que durava desde 1973.
Vinte anos de espera terminaram em noventa minutos resolvidos em meia hora. O Brasileirão de 1993 recolocou o Palmeiras no topo do futebol nacional e abriu o ciclo mais vitorioso da década — que o próprio time confirmaria doze meses depois. A conquista está registrada entre os títulos do Palmeiras.







































